A disputa entre o ex-vereador Dantas e o vereador Enis Gordin, ambos do Partido Ecológico Nacional (PEN), parece que está perto de chegar ao fim. Como o portal 27 noticiou, Dantas que é presidente do PEN, havia entrado na justiça contra Enis, alegando que ele teria recebido recursos indevidos em sua campanha.

A defesa do vereador provou que isso não aconteceu, Dantas recorreu e o processo seguirá para o Tribunal Regional Eleitoral (TER), onde o recurso de Dantas será julgado. Surpreendentemente, quando procurado pela nossa equipe de reportagem para falar sobre o assunto, Dantas alegou estar arrependido de ter movido o processo contra o colega de partido.

Dantas (á direita) alegou estar arrependido de ter movido o processo contra o colega de partido.

“Se eu pudesse voltar no tempo eu nem tinha começado esse processo. Estou arrependido! Na época eu fui mal orientado por pessoas que eu não deveria ter ouvido. Se tiver alguma forma jurídica de reverter essa situação eu quero fazer”, afirma o ex-vereador.

Dantas continua acreditando que Enis recebeu verba ilícita para a campanha, mas diz estar arrependido pela forte relação que tinha com Gordin “Eu continuo achando que ele recebeu o dinheiro do taxista, o que é proibido. Mas ficou chato eu entrar com um processo contra ele, eu deveria ter deixado outra pessoa fazer isso. Nós éramos muito amigos, até frequentávamos a casa um do outo”, conta o presidente do PEN.

Resposta. Procurado por nossa equipe de reportagem para comentar a nova posição de Dantas, o vereador Enis Gordin disse que por enquanto só vai se manifestar através de seu advogado. Sobre o arrependimento de Dantas, a defesa do vereador disse “Ele deve consultar o advogado dele para tomar as medidas cabíveis. Isso talvez sirva para a relação social, quanto a relação jurídica, pouco efeito produz já que a matéria é de ordem pública”, disse o advogado Ricardo Rios.

Ainda de acordo com Ricardo “Dantas deve se informar melhor quanto ao julgamento das Contas de Campanha do meu cliente. Elas foram aprovadas por unanimidade provando que não houve nenhum ato ilícito”, finalizou. 

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