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Em Piúma um problema antigo está ainda pior. É que o mar agitado derrubou mais uma parte da via principal, aumentando a erosão que já atinge a praia há anos. Pedestres, ciclistas e motoristas agora ocupam o mesmo espaço na orla da cidade no litoral Sul do estado. 

O prefeito, Ricardo Costa, disse que com a nova situação, vai decretar estado de emergia na orla. “Reunimos os documentos necessários para dar entrada no decreto de estado de emergência da orla”, declara Costa.

O mar agitado derrubou mais uma parte da via principal, aumentando a erosão que já atinge a praia há anos. Foto: Roberta Bourguignon

Com o decreto, o prefeito esclarece ainda que vai buscar nos governos, verbas para que uma nova orla seja construída. Enquanto não há obras, o local foi sinalizado, e os pedestres e ciclistas passaram a dividir espaço com carros e motos.

O projeto segundo a prefeitura, é transformar parte da orla em mão única. A proposta é estudada junto ao Departamento Estadual de Trânsito do Espírito Santo (Detran – ES). O secretário municipal de obras, André Layber, explicou que os veículos que seguem de Itaipava para o centro de Piúma, terão que sair da beira-mar para usar o desvio em ruas paralelas.

Já quem segue de Piúma para Itaipava, poderá usar a via normalmente. “Com o avanço do mar, a proposta da mudança no trânsito é não permitir os veículos passem tão próximo da erosão”, explica Layber.

O processo de erosão na praia de Piúma é antigo, e os moradores aguardam a execução do projeto de reurbanização há anos. Quem vive na “Cidade das Conhas”, diz que a promessa é a antiga, e a obra nunca saiu do papel. Comerciantes dizem está no prejuízo com o problema da erosão na orla.  

O presidente da Associação Comercial de Piúma (Ascopi), Alessandro Domingos Tirado, ressalta que somente neste início de ano, mais de cinco empresas fecharam as portas, e até o fim do ano, outras se preparam para fechar também.

“Isso é muito triste para a nossa cidade. São quase 20 anos de sofrimento da população e promessas não cumpridas. Estamos abandonados. Espero e torço para que o prefeito consiga comover o governo para nos ajudar com esse enorme problema que foi gerado por decisões erradas no passado”, explana Alessandro, que também é comerciante.

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