O protagonismo do Brasil não se realiza mais. Não temos uma projeção a respeito de uma política externa e nem mesmo interna. A nação brasileira não mais visualiza no horizonte que está além de suas fronteiras, nenhuma projeção no contexto internacional. Não há uma agenda mínima, sequer, nem política nem econômica.

Estamos em ponto morto ladeira abaixo e sem freio. E o pior: sem condutor. Muitos milhares dentro da própria “República Federativa do Brasil” ainda não se deram por percebidos do enorme e contaminante entulho de rejeitos de metais pesados que correm soltos nos rios da sociedade, indo desaguar, quiçá, no solo da irreversível insatisfação social coletiva, advindos de sua própria inércia e despolitização.

O Mercosul, que fazemos parte com mais quatro países, está – literalmente – paralisado e também não se representa no cenário global. Regra geral, nossa economia não gira.

Externamente, desentrelaçamos oficiosamente e internamente, estacionamos oficialmente. A política comercial brasileira é pífia e tacanha. Nossos políticos são corruptos, porque o povo é corrupto, pois, é do povo que emana todo o poder. Nenhum político nasceu e nem veio de Saturno. Já reza a cartilha filosófica.Brasil

Não há nada novo nos tabloides nacionais e internacionais, a respeito do Brasil. Os fatos se atualizam a cada edição. É o óbvio ululante e gritante de todo jornal.

O governo não consegue, sequer, aprovar nenhum projeto no congresso por falta de apoio e quórum, e para piorar – o pior – seu representante no congresso (um senador) está preso por quebra de decoro. Como já bem nos ensinou a conhecida Lei de Murphy, em seu famoso adágio da cultura ocidental: “Qualquer coisa que possa correr mal, ocorrerá mal, no pior momento possível”.

Opções estratégicas equivocadas da ideologia Petista resultaram na desintegração moral e ética daquilo que hoje vemos consternados, boquiabertos e pasmos. A palavra “envergonhados” bem pode resumir tudo.

O Brasil está a reboque nesse momento. A cada dia concluímos, ainda que de forma íntima, velada e não verbal, que dos homens não vêm solução. Só Deus segura este país. É bom que concluamos assim.

SérgioKleberson Sergio de Andrade. Pastor Batista, professor de Filosofia, Sociologia, Teologia, Ética e Cidadania, bacharel em Teologia, pós graduado em Ética, Filosofia, Educação, docência do Ensino Superior, Capelania Hospitalar, licenciado em Filosofia e Sociologia e acadêmico de Psicanálise.