A Câmara Municipal de Guarapari implementou uma medida inédita em sua história ao garantir a presença de um intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) nas sessões legislativas. A iniciativa, conduzida pela presidente da Casa, vereadora Sabrina Astori, representa um marco na acessibilidade e inclusão no município.
Com apenas 29 anos, Sabrina Astori é a presidente de Câmara mais jovem do Espírito Santo e tem se destacado pela gestão voltada a causas sociais e à democratização do acesso ao poder público. A introdução da tradução simultânea em Libras permite que a comunidade surda acompanhe, em tempo real, os debates e votações que impactam diretamente a vida da população.

“Quando falamos de participação popular, precisamos garantir que todas as pessoas tenham acesso às informações e aos debates que acontecem aqui dentro. A acessibilidade é um direito, e incluir intérpretes de libras nas sessões é um marco importante para que todos se sintam representados e respeitados”, afirmou a vereadora.
A medida posiciona Guarapari entre os municípios capixabas que avançam no respeito à diversidade e na construção de um Legislativo mais inclusivo. Capitais como Vitória já adotam a prática desde 2018, e agora Guarapari segue na mesma direção, promovendo o direito à informação e à cidadania de forma ampla.

A presença do intérprete nas sessões legislativas vai além de um gesto simbólico: representa uma transformação concreta na forma como o poder público se comunica com a sociedade. Para a presidente Sabrina Astori, essa é apenas uma das ações previstas para tornar o Legislativo mais acessível, transparente e participativo.
“Estamos abrindo portas e mostrando que o poder público deve ser para todos. Esse é apenas o começo de uma série de ações voltadas para tornar nossa Câmara mais humana, inclusiva e participativa”, destacou.

A iniciativa vem sendo bem recebida pela população, especialmente por membros da comunidade surda e seus familiares, que agora podem acompanhar os trabalhos da Câmara com mais autonomia e compreensão. A medida reforça o compromisso da atual gestão com os direitos humanos e com a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
* Por assessoria da CMG










