O atual proprietário da rede de supermercados Santo Antônio, Cresio Suerdieck Dourado, da DX Group Participações e Investimentos contou que a proposta é que até novembro, o antigo Centro de Distribuição – CD, localizado em Muquiçaba irá funcionar como Supermercado Atacado e adiantou que futuramente a rede terá um Atacarejo em Guarapari.

As seis lojas da Rede Santo Antônio foram compradas. Nenhuma será fechada.
Cresio, novo dono do Santo Antônio.

A informação foi confirmada nesta quarta-feira, 16, durante coletiva de imprensa. “Como o supermercado Santo Antônio tem uma marca forte, encaixou no perfil de empresa que gostamos de atuar e temos condições de construir uma rede de sucesso. Agora em novembro o CD vai funcionar como Atacado para os comerciantes da região. Após o verão, vamos trabalhar e fazer as adaptações para funcionar como atacarejo”, comentou Cresio.

O empresário, informou que a base da Holding que comprou o Supermercado Santo Antônio é em São Paulo com atividades no Rio de Janeiro, Salvador e até fora do país.

A Rede de Supermercados Santo Antônio é atuante em Guarapari há 54 anos  e tem lojas em diversos pontos da cidade. Leia mais sobre o assunto

Nenhuma loja da rede de supermercados Santo Antônio será fechada

Rafael Zouain, advogado da empresa, Alberto Maia, diretor operacional e o novo dono do Santo Antônio Cresio Suerdieck.

A grande dúvida e inclusive boatos correram de que pelo menos uma das lojas do Santo Antônio iria fechar. No entanto, Creso foi enfático em dizer que nenhuma loja será fechada, pelo contrário está em fase de expansão.

“Adquirimos a Rede de Supermercados Santo Antônio com 7 lojas e comprar mais 4 lojas da Rede Smart. Hoje somamos 11 lojas em Guarapari, e estamos analisando a possibilidade de comprar mais 5 lojas em cidades do Sul do ES”.

Com relação a geração de empregos e/ou demissões, destacou que não há previsão de demissão. “O funcionário que não se adaptar até pode ser substituído a exemplo do que ocorre em times de futebol. O que não pode é ficar sem goleiro e sem ponta”.

Para o diretor operacional do supermercado, Alberto Maia, o que a nova administração da rede de supermercado vem fazendo há trinta dias é um choque de gestão. “Tem contratos que estão encerrando. A minha posição inicial é deixar a operação redonda com tudo funcionando. O maior desafio é ter a operação toda nas mãos, entender os processos. Precisamos nos adaptar ao giro que é diferente. O giro de supermercado é muito rápido, o que compramos hoje, é vendido em sete dias”.

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