O vice-governador do Espírito Santo, Ricardo Ferraço, iniciou uma viagem de três dias por cinco municípios das regiões Norte e Noroeste do Estado destacando que o Governo mantém um olhar “atento e permanente” para os 78 municípios capixabas.
A primeira parada foi em Boa Esperança, onde o vice-governador participou de agenda pública com entrega de obras e anúncio de novos investimentos em parceria com a prefeitura. As ações contemplam áreas como infraestrutura, saneamento, educação e adaptação às mudanças climáticas.

Durante pronunciamento, Ricardo Ferraço ressaltou que lealdade e gratidão são princípios inegociáveis em sua atuação política. Segundo ele, governar exige responsabilidade compartilhada, espírito público e compromisso com resultados concretos.
“Por princípio, a gratidão é um valor que você não pode e não deve abrir mão. Comigo só há de colher gratidão, lealdade e caráter para dar continuidade a tudo que estamos construindo coletivamente, com muita presença e diálogo. Além de fazer gestão e exercer a política, precisamos manter bons princípios e valores”, afirmou.
O vice-governador também reforçou o alinhamento com o governador Renato Casagrande, destacando que a meta é dar continuidade e ampliar o ritmo de entregas no Estado. “Nosso compromisso é com cada cidadão capixaba, esteja no interior ou na Região Metropolitana. Trabalhamos com rumo e ritmo, e é possível ampliar esse ritmo porque a casa está organizada e estruturada. Mudança não é discurso, é trabalho, entrega e resultado”, pontuou.
Após Boa Esperança, a agenda oficial prevê compromissos em Nova Venécia, Vila Pavão, Marilândia e Colatina, com entregas de obras, assinaturas de ordens de serviço e formalização de parcerias com as prefeituras.
Ao encerrar a fala em Boa Esperança, Ricardo Ferraço reafirmou o compromisso com todos os municípios capixabas e destacou a importância da responsabilidade fiscal como instrumento para viabilizar investimentos estruturantes.
“Reafirmo que o olhar é atento e permanente para os 78 municípios do Espírito Santo. Tratamos responsabilidade fiscal como meio, não como fim, para garantir investimentos transformadores. O Espírito Santo é o Brasil que dá certo”, concluiu.











