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O professor e físico nuclear Marcos Tadeu D’ Azeredo Orlando voltou a cidade saúde, neste sábado (09),  a convite da ONG Rede de Desenvolvimento de Guarapari (RDG), para discutir a instalação de uma torre que vai analisar o poder das areias monazíticas das praias de Guarapari.

O professor e físico nuclear Marcos Tadeu D’ Azeredo Orlando voltou a cidade saúde, neste sábado (09). Foto: Wilcler Carvalho.

“Estamos discutindo a instalação de um sistema de medidas muito sofisticado que a gente quer colocar aqui para medir todos as características físicas online e o tempo todo, junto com a USP. Vamos começar a pegar a medida ininterrupta de níveis de radiação, íons negativos, temperatura e vento. A gente quer saber tudo isso para com base nisso fornecer mais dados para os pesquisadores que estudam a relação disso com a biologia do ser humano aqui”, explicou Marcos Tadeu.

Meaípe. Segundo o professor, a praia de Meaípe despertou um maior interesse nos pesquisadores porque é diferente das demais praias da cidade saúde. “Estamos muito interessados no caso especificamente de Meaípe porque aqui tem uma dinâmica diferente. A areia se movimenta ao longo do dia e do ano e a gente acha que os pesquisadores não sabem disso, vem tiram amostras e tiram conclusões erradas. A gente quer corrigir isso e fazer um trabalho bem cuidadoso para dar informações mais seguras para os pesquisadores da área médica fazerem uma relação mais realista com os benefícios que tudo isso traz para o ser humano”.

Reunião em Meaípe discutiu como e onde a antena poderia ser instalada. Foto: Wilcler Carvalho.

Segurança. O físico nuclear ressaltou que a discussão do melhor local para instalar a estação de pesquisa, em Guarapari, é de extrema importância para o futuro dos estudos. “Os equipamentos veem da USP, em São Paulo, e estão alocados na UFES sob minha guarda. Tenho que instalá-los com segurança aqui porque eles não podem ser roubados, destruídos nem estragados então o objetivo é achar um ponto seguro para instalar isso aqui e é um único ponto que vamos instalar aqui em Meaípe. Vai ser uma pesquisa inédita a nível nacional e internacional”.

Meaípe despertou um maior interesse nos pesquisadores porque é diferente das demais praias.

Ele explicou que inicialmente a ideia era instalar a estação na Areia Preta, mas como não teve resposta da prefeitura e recebeu uma proposta de instalá-la em Meaípe, está analisando a viabilidade de construir a estação no novo local. Mas, garantiu que nas duas praias a radiação tem o mesmo benefício. “Nitidamente Meaípe tem um nível de radiação tão forte quanto a Areia Preta. A diferença é que na Areia Preta está parado e em Meaípe é dinâmico, anda, e a gente percebe isso. Então queremos entender o que isso traz de bem para o sistema”.

De acordo com Ubirajara Ribeiro, que faz parte da ONG RDG, está tudo certo para a instalação dos equipamentos em Meaípe. “Já conseguimos um hotel que vai disponibilizar o espaço para a instalação da antena. Isso só foi possível graças a mobilização da sociedade organizada. Creio de dentro de trinta dias teremos o equipamento instalado. O próximo passo é conseguir a instalação de outra antena na Praia da Areia Preta ”, disse.

 

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