O prefeito de Guarapari, Edson Magalhães (PSDB), recuou de sua denúncia ao Ministério Público Estadual (MPES). Ele havia denunciado (confira aqui) de supostas irregularidades, diversas autoridades municipais, empresários, advogados, ex-secretários municipais, subsecretários estaduais, afirmando que eles articulam um suposto complô político-eleitoral para derrubá-lo do poder.

Prefeito disse que denúncia “Chegou por meio de carta anônima, colocada por debaixo da porta do gabinete”,

Proposta. A denúncia foi protocolada em maio e é baseada em depoimentos e afirmações da vereadora Rosângela Loyola (PDT), e de sua advogada, que teriam sido vítimas de uma proposta que visava tirá-la da base do prefeito e leva-la para a oposição, contando assim, com o voto dela em CPIs, para tirar Edson da prefeitura.

Debaixo da porta. Mas na edição de hoje (28) do jornal A Tribuna, o prefeito através da assessoria da prefeitura negou tudo e disse que a denúncia “Chegou por meio de carta anônima, colocada por debaixo da porta do gabinete”, conforme explica a matéria.

Não assinou. Ainda de acordo com a reportagem, o prefeito alega que o suposto custo de R$ 100 mil pela eleição da mesa diretora, foi informado por carta anônima e que a vereadora Rosângela “Como consta no processo, as páginas que não são assinadas pela vereadora, não foram entregues por ela”, explicou.

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