A Samarco divulgou, nesta semana, seu Relatório Anual de Sustentabilidade (RAS 2025), apresentando avanços significativos em indicadores ambientais, sociais e de governança (ESG). Os resultados evidenciam a consolidação da sustentabilidade como eixo estratégico da companhia, com evolução consistente em diferentes frentes de atuação.
No campo ambiental, a empresa manteve 100% do consumo de energia elétrica proveniente de fontes renováveis e rastreadas. Outro destaque foi o índice de recirculação global de água, que chegou a 87,7%. No Espírito Santo, a unidade de Ubu operou com recirculação total e apresentou balanço hídrico positivo. A destinação sustentável de resíduos não minerais também avançou, atingindo 95% no período.

Em relação à agenda climática, a Samarco seguiu reduzindo suas emissões de gases de efeito estufa e recebeu, pelo quarto ano consecutivo, o Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol, reconhecimento pela qualidade e transparência de seu inventário de emissões.
Na área social, a companhia destinou R$ 22,4 milhões para iniciativas socioinstitucionais. Por meio do Programa Força Local, foram movimentados R$ 1,6 bilhão em compras, beneficiando mais de 2,2 mil fornecedores nos estados de Minas Gerais e Espírito Santo. Além disso, cerca de 1,1 mil pessoas participaram de programas de qualificação e desenvolvimento ao longo do ano.
A governança e a segurança operacional seguiram como prioridades. A empresa manteve 100% de conformidade com o Padrão Global da Indústria para a Gestão de Rejeitos (GISTM), com monitoramento contínuo de suas estruturas. Em 2025, 89% do rejeito arenoso gerado foi reaproveitado em obras de descaracterização da barragem de Germano. Também foram investidos R$ 52,5 milhões em 84 projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação, com foco em automação, inteligência artificial, economia circular e tecnologias de empilhamento a seco.

No âmbito da reparação, em cumprimento ao Novo Acordo do Rio Doce, a Samarco avançou na execução de obras estruturantes, recuperação ambiental e implantação de sistemas de abastecimento de água em municípios impactados. As ações incluíram ainda proteção de áreas reflorestadas, recuperação de nascentes e iniciativas de geração de renda para comunidades locais.
De acordo com o presidente da empresa, Rodrigo Vilela, os resultados refletem o esforço em conciliar retomada operacional com responsabilidade socioambiental e planejamento de longo prazo. Já a diretora de Sustentabilidade, Mariana Lisbôa, destacou a integração crescente entre a agenda sustentável e a estratégia de negócios.
Para os próximos anos, a Samarco projeta ampliar a transparência, com a divulgação pública de metas de longo prazo a partir de 2026, reforçando seu compromisso com um modelo de crescimento responsável.











