O deputado estadual Sergio Majeski (PSB) apresentou novas indicações ao Governo do Estado para garantir a plena utilização de equipamentos públicos pela população.

Centro de Convenções. As propostas, já aprovadas pelos deputados estaduais, são para a reforma e retorno das atividades do Centro de Convenções do município de Guarapari e para que a Secretaria de Estado da Educação (Sedu) realize a locação de espaço adequado para funcionamento da Escola Estadual Pedro Alcântara Galveas, em Dores do Rio Preto, durante as obras de reforma da unidade.

Abandonado. Segundo o deputado, Centro de Convenções de Guarapari está abandonado. O Centro de Convenções, que já foi considerado um dos mais modernos do Brasil, sofre com o abandono. O espaço já funcionou como centro cultural e contava com auditório com capacidade para 200 pessoas.

Segundo o deputado, Centro de Convenções de Guarapari está abandonado.

Em contato com o gabinete do deputado Sergio Majeski, moradores reclamam do descaso com o patrimônio que pertence ao Governo do Estado. Com a indicação, o parlamentar tem o objetivo de que mais esse equipamento público seja recuperado e modernizado para servir à sociedade.

Deputado quer locação de espaço adequado para funcionamento da Escola Estadual Pedro Alcântara Galveas

Escola. Atendendo ao chamado da comunidade escolar, o deputado Majeski foi ver de perto como está a volta às aulas na escola, que é a única da Rede Estadual na sede do município, e que em 2021 passou a ofertar também a modalidade de ensino integral.

“A constatação é que a implantação do ensino integral sem consulta e preparação adequada da comunidade e os transtornos causados pelas obras estão comprometendo o trabalho dos professores e o aprendizado dos alunos. Nós conclamamos ao Governo do Estado que construa em um terreno uma escola provisória, como já foi feito em outros municípios, até que a reforma acabe. A quadra de esportes foi desativada para dar lugar aos galpões dos operários da obra e para salas modulares. É um barulho ensurdecedor que inviabiliza as aulas. Um aluno que entrar agora no primeiro ano do Ensino Médio vai sair de lá sem ver a reforma pronta”, destaca Majeski.

De acordo com o contrato, as obras que já começaram estão previstas para durar 900 dias e o barulho e a poeira estão provocando queixas de professores e alunos por interferir diretamente na qualidade do ensino.

Deixe seu comentário