A novela do orçamento de 2019 continua em Guarapari. O prefeito Edson Magalhães mandou o orçamento, os vereadores fizeram emendas, determinando onde deveriam ser investidos os recursos e deram uma suplementação (movimentação financeira) de apenas 5%, dentro do orçamento.

Vetou. O prefeito vetou todo o projeto do orçamento modificado pelos vereadores, encaminhou para a Câmara e disse que com 5% é impossível trabalhar. Em entrevista à imprensa ele afirmou que precisa de no mínimo 30%.

Convite. O presidente da Câmara Enis Gordin, convidou através de um vídeo o prefeito para ir até a Câmara explicar os 30%. O prefeito não foi pois alegou que não foi convidado oficialmente. Agora o veto do prefeito precisa ser derrubado para que as modificações propostas pelos vereadores possam ser realizadas. A sessão para apreciar, manter ou derrubar o veto do prefeito está marcada para a segunda-feira (28). Quem vencerá essa guerra?

Enis e Edson. A sessão para apreciar, manter ou derrubar o veto do prefeito está marcada para a segunda-feira (28). Quem vencerá essa guerra?

Votos. Para derrubar o veto são necessários 12 votos. E o grupo que faz parte do Parlamento Forte (G11) só tem 11 votos. O grupo que dá apoio ao prefeito tem 6 votos (G6).  O líder do prefeito, vereador Dito Xareu (SD) afirmou estar tranquilo, pois eles têm os votos necessários para manter o veto.

Pressão. Por outro lado, o G11 afirma nos bastidores que irá derrubar o veto, no entanto, não diz de que forma, o que parece ser uma estratégia política. Eles realmente teriam essa condição? Eles teriam conseguido os votos necessários? Fontes ouvidas pelo Portal 27 afirmam que a discussões tem acontecido frequentemente. Existe uma certa tensão no ar. 

A pressão numérica parece estar mais no grupo do G11, pois a vantagem estaria do lado do prefeito, que mostra ter mantido o G6 unido. Mas essa vantagem não é garantia de vitória, pois Enis e seu grupo já mostraram que são habilidosos ao derrotar Wendel e Edson na eleição da presidência.  

Nessa zona de Guerra ninguém pode errar. “O que eu temo não é a estratégia do inimigo, mas os nossos erros” – Péricles

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