O novo ano chegou, e com ele uma boa notícia para os trabalhadores brasileiros já divulgada no Diário Oficial desde a última terça feira, sobre o reajuste do salário mínimo de quase 9%. O governo federal editou decreto para regulamentar a Lei nº 12.382, de 25 de fevereiro de 2011, que dispõe sobre o valor. Com isso, a partir desta quinta-feira, dia 1º de janeiro de 2015, o salário mínimo passou de 724,00 para 788,06 reais, alta de 8,8%.

Nos últimos 20 anos, o salário mínimo subiu 688,00 reais.
Nos últimos 20 anos, o salário mínimo subiu 688,00 reais.

O mínimo é calculado a partir de uma forma que leva em conta a inflação do ano anterior e o crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes mais a variação da inflação deste ano, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Com o pagamento de benefícios de 2015, esse aumento vai custar R$ 22 bilhões nas contas públicas. Pela lei em vigor, é a última vez que o reajuste vai levar em conta a inflação e o percentual de crescimento da economia. Ou o governo cria alguma outra regra ou mantém a fórmula atual em uma lei nova.

O novo mínimo passou a valer no dia 1º de janeiro e cairá efetivamente na conta do trabalhador em fevereiro. Serão 62,00 reais a mais, que não agradou tanto assim o beneficiado. “O problema é que o pouco que sobe no nosso salário, acaba gerando um aumento dos produtos no supermercado e nas contas de casa, como é o caso da energia que já sofreu um aumento. Desse jeito, na hora de fazer os pagamentos, acaba não fazendo muita diferença”, destaca a dona de casa Maria Benta dos Santos.

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