Oito de março, oficializado pelo ONU em 1975 como o “Dia internacional da mulher”. Inúmeros “Parabéns” e “Feliz dia da mulher” são direcionados a nós, se torna praticamente automático. Muitas vezes me pergunto se as pessoas realmente pensam no verdadeiro significado ou razão disto. Na verdade me parece mais um hábito do que de fato, uma homenagem.

O que deve ser lembrado para que não ocorra novamente é todo o descaso e crueldade que já esteve presente na vida de inúmeras mulheres no passado e todas as suas conquistam, que nos levam sempre ao aperfeiçoamento, é visível que ainda temos muitos caminhos a percorrer, mas não será através de falsas homenagens que alcançaremos nossas conquistas.

Para muitos pode parecer ignorância ou feminismo, mas é a maior prova do preconceito ainda existente em uma sociedade que se diz tão liberal e igualitária. Preconceito este que nos coloca em uma posição de total fragilidade e inferioridade perante os homens, mesmo que inexistente. Pois ao contrário do que por décadas foi repetido, nós não somos o tal sexo frágil.

Kymbille Lopes – Estudante de Direito

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