Foram inúmeras as tentativas de saber sobre a verdadeira causa da morte do jovem de 26 anos, Pedro Gonçalves Jardim. Nossa reportagem procurou a Delegacia de Infrações Penais e Outras (Dipo) responsável pelo caso para saber se existia alguma novidade ou se o laudo médico que acusava a verdadeira  morte de Pedro, mas infelizmente as respostas eram as mesmas. “Não temos nada sobre o caso, o laudo ainda não saiu”. Afirmava a delegada Carolina Brandão.

O rapaz morava em Vitória e trabalhava em uma empresa de mármore e granito.
O rapaz morava em Vitória e trabalhava em uma empresa de mármore e granito.

Na época, após investigação da nossa reportagem, chegamos a uma testemunha que afirmou o uso de drogas dentro da boate. Questionada sobre o caso, ela disse que Pedro havia ingerido grande quantidade de substância ilícita e estaria sob efeito de drogas e álcool.

“Ele morreu de overdose, ele estava do meu lado, todo mundo achou que ele tinha desmaiado, mas o uso da droga lá dentro da boate, estava visível e o consumo era muito grande”. Afirma a advogada, que não será identificada.

O delegado que estava de plantão no dia, Jefferson Wagner Gomes da Silva, conversou com a médica especializada do Instituto Médico Legal (IML), que analisou o corpo e pelo grande entendimento da área, ela informou que pelas análises feitas, a morte de Pedro não foi causada pela queda que o jovem teve.

O delegado descartou uma possível briga dentro da boate.
O delegado descartou uma possível briga dentro da boate.

O Caso

O trabalhador de 26 anos teria morrido, na madrugada do dia 1° de fevereiro, após bater a cabeça na quina de uma mesa da boate Lua Azul, em Guarapari.

A Boate não se pronunciou sobre o caso
A Boate não se pronunciou sobre o caso

O acidente aconteceu por volta das 03h30 da manhã. Segundo informações dos amigos de Pedro, Ele teria tropeçado, caiu, e bateu com a cabeça na mesa. O socorro foi acionado, mas houve muita demora no atendimento e o jovem ferido, foi levado por amigos às pressas para a Unidade de Pronto Atendimento no bairro Ipiranga. Pedro já chegou morto ao local.

A família do jovem é de Cachoeiro de Itapemirim, região sul do estado. O rapaz morava em Vitória e trabalhava em uma empresa de mármore e granito.

Ao questionarmos sobre a falta de ambulância no local, o delegado informou que foi até o Corpo de Bombeiros e lá eles afirmaram que só é exigida a presença de ambulâncias em eventos com mais de 10 mil pessoas.

Nossa reportagem continuará atrás de novas informações sobre o caso.

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