Depois de ser denunciada pela ex-secretária de saúde da cidade, Hozana Simões, (VEJA A MATÉRIA AQUI), em audiência pública sobre o transporte coletivo, a empresa Asatur liberou uma nota de repúdio se defendendo das acusações e afirmando que vai tomar providências cabíveis contra os caluniadores.

A empresa tinha sido acusada por Hozana, que foi secretária no governo interino de Wanderlei Astori (PDT), de ficar com créditos dos bilhetes eletrônicos que não eram utilizados pelos funcionários da prefeitura. “Se o servidor não usas as 48 passagens, ele não vai conseguir usar no próximo mês. É cortado. Só que a prefeitura paga por isso. E esse dinheiro vai para um fundo de caixa da Asatur. E esse dinheiro fica lá, é dinheiro público”, afirmou ela na audiência.

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Ex-secretária acusou empresa de reter dinheiro público.

Ainda de acordo com a ex-secretária, para resolver a situação, ela  comunicou a empresa, que só iria recarregar os cartões, de acordo com o que fosse necessário. “Mas a empresa se negou a fazer isso. A Asatur se negou a fazer isso”, afirmou.

A empresa respondeu através de uma nota de repúdio, onde diz  que as acusações são inverídicas e que vai tomar as “providências cabíveis” contra a ex-secretária. Confira abaixo a nota na integra.

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empresa afirma que investiu mais de mais de R$1 milhão de reais no bilhete eletrônico.

 

NOTA DE REPÚDIO

A ASATUR vem a publico ESCLARECER as denuncias inverídicas que foram lançadas contra a Empresa na  audiência publicada realizada em 09/05/2013, afirmando que a ASATUR estaria se apropriando indevidamente de créditos do cartão de vale transporte que o empregador fornece ao trabalhador. firmou ainda a denunciante “que a Prefeitura obteve um prejuízo de R$ 8 mil reais.”

REPUDIAMOS este tipo de atitude, uma vez que a empresa sempre agiu de forma transparente e honesta para com seus clientes, e não seria diferente na implantação do Sistema de  Bilhetagem eletrônica. E desde já informa que tomará as providências cabíveis em face do(a) caluniador(a).

Esclarece ainda que a ASATUR implantou o Sistema de bilhetagem eletrônica, em cumprimento a lei municipal que estabeleceu prazo limite até março de 2013. Para isso, foi necessário um investimento de mais de R$1 milhão de reais. Com a implantação da bilhetagem eletrônica as empresas empregadoras deixaram de comprar as cartelas de vales transportes e passaram a adquirir crédito, ou seja, cada empresa (empregadora) cria uma Bolsa que tem como objetivo armazenar os valores (créditos) que foram vendidos a esta.

Assim, a ASATUR prepara estes cartões de acordo com os parâmetros requeridos pela empregadora que define quantas vezes e quantos dias da semana o empregado poderá utilizar.  Os cartões de vale transporte são parametrizados e  caso não sejam utilizado nenhuma vez durante 45 dias, os créditos retornam para bolsa da empresa empregadora. Da mesma forma ocorre quando:

– os valores de recarga que foram parcialmente carregadas devido ao seu valor total ter excedido o limite Máximo permitido no cartão; – os valores de recarga transferida em caso de preparação de 2ª via do cartão, entre outras situações.

Em nenhum momento o valor vendido retorna para os cofres da ASATUR conforme afirmado  caluniosamente  pela denunciante.

Importante dizer que em nenhum momento foi destacado que a empresa ASATUR é a única no Município que investe em frota de ônibus nova além de ter investido no sistema de vídeo monitoramento de seus veículos, buscando maior segurança para seus usuários, bem como na aquisição 20 ônibus novos, modernos e acessíveis, com mais nova tecnologia.

MAIORES INFORMAÇÕES SOBRE O FUNCIONAMENTO ACESSE O SITE: www.guaracard.com.br

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