O prefeito de Guarapari, Edson Magalhães, obteve uma grande vitória no dia de ontem (14). Ele conseguiu que a vereadora da sua base, Rosangela Loyola (PDT), retornasse para a Câmara Municipal e que a CPI contra ela fosse paralisada através de uma decisão judicial e viu as chances de acontecer a abertura de uma CPI contra ele caírem por terra.

Ajudou. Rosângela só voltou porque Edson trabalhou incansavelmente para isso. Ele conseguiu uma forte assessoria jurídica para ela e também articulou politicamente, além de atuar junto à justiça, para que a decisão saísse rapidamente.  A pressa de Edson fazia sentido.

Edson Magalhães, obteve uma grande vitória no dia de ontem (14).

12 votos. O entendimento de alguns é que para abrir a CPI são precisos 12 votos. A nova mesa diretora tem 11 votos. A base de apoio de Edson tem apenas 6 votos, mas que são suficientes para impedir a abertura de CPI contra ele.

Afastamento. Acontece que com o afastamento de Rosangela, aconteceu a entrada do suplente, Fábio Veterinário (PV), que poderia se tornar o 12º voto e votar a favor da abertura da CPI. Quando percebeu que com Fábio, poderia acontecer a abertura da CPI da saúde e consequentemente o seu afastamento, Edson acordou e começou a trabalhar para a volta imediata de Rosângela.

Salvo pelo gongo. Durante toda a quarta-feira até a madrugada de quinta, Edson fez valer os seus 15 anos de política como vice-prefeito, prefeito e deputado, conseguindo essa decisão a favor da sua vereadora, mantendo assim os seus 6 votos unidos, impedindo a abertura da CPI da Saúde e se mantendo a frente da prefeitura.  

Bomba. Resumindo, ele ajudou a vereadora, mas ao mesmo tempo salvou a própria pele. Ele desarmou a bomba que ia explodir para cima dele. Mas, como toda ação tem uma reação, pode ser que tenhamos cenas dos próximos capítulos. Essa batalha Edson venceu, mas pode ser que a guerra continue. Aguardemos…

* Em tempo: os vereadores decidiram não colocar a CPI da saúde em pauta, em virtude de a mesma estar sem alguns documentos necessários, conforme explicou a procuradoria da Câmara.    

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