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JB Padrão

Vivemos intensos momentos de nossa jovem democracia que está à prova. Não só pelos candidatos escolhidos pelos partidos para as eleições, mas pelos interesses paralelos das corporações que desejam manter suas isenções fiscais, de algumas categorias de servidores públicos pelos interesses em ampliar os seus privilégios, pelos interesses em manter os benefícios de um estado paternalista, pelos interesses em manter a gigantesca e ineficiente máquina pública e pelo domínio do povo através de seus falsos representantes.

As notícias falsas têm dominado as eleições e o que mais me espanta são as grandes empresas de comunicação que demonstram, de forma evidente, suas predileções que acabam influenciando nas decisões do povo. A tendência da grande mídia é querer manter o “sistema” de interesses corporativos ao invés dos interesses coletivos, afinal são milhões de reais que saem de nossos impostos diretamente para os cofres da grande mídia. Só que agora as redes sociais, cada vez mais utilizadas pelos candidatos, estão confrontando as informações o que faz a grande mídia usar sua artilharia mais pesada.

Esse bombardeio vai de ataques à intimidade do candidato até às questões familiares. Além disto, o que se tem visto são os discursos do medo tanto de um lado quando de outro, principalmente daqueles que estão bem abaixo nos índices de intenção de votos. Apesar de todo esse cenário passional e apesar de toda influência negativa que grande mídia tem causado à democracia tenho plena convicção que as instituições estão bem consolidadas e firmes nos propósitos do Estado de direito e democrático.

É bem verdade que é mais fácil a implantação de um estado comunista por meio de alterações na legislação e nas composições dos Tribunais Superiores do que um golpe militar, pois este se dá pela força das armas e aquele se dá pela surdina dos acordões políticos. Por isso, além da boa escolha do presidente é fundamental a escolha de bons candidatos que representem o povo verdadeiramente.

O que, reconheço ser muito difícil, pois as oligarquias políticas fazem de tudo para permanecerem no comando dos poderes, passando o poder de pai para filho ou de criador para criatura. Mas, temos que escolher alguém e uma das fórmulas é pela exclusão diante de alguns quesitos fundamentais da nossa própria formação, sejam eles religiosos ou sociais. Por exemplo, a respeito do cargo de presidente.

Se você é a favor ou não dos ensinos da ideologia de gênero nas escolas às crianças a partir dos sete anos, como defende o Haddad (PT). Se você é a favor ou contra o porte de arma, como defende Bolsonaro (PSL). Se você é a favor ou não de emprestar seu dinheiro a países de ditadores sanguinários, como fez o Lula (PT). Se você é a favor ou não a diminuição da maioridade penal como defende Bolsonaro (PSL).

Se você é a favor ou não da reforma trabalhista como defende Alkmim (PSDB). Se você é ou não a favor do Estado bancar os bancos falidos como participou de tal ato o candidato Amoedo (NOVO). Enfim, esses são só alguns quesitos de escolhas que podem lhe ajudar. Importante mesmo é votar com consciência e pensando que seu voto é individual, mas as consequências são coletivas.

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5 COMENTÁRIOS

  1. A política cultural do Estado Novo com relação aos intelectuais caracterizou-se:
    a. a) pela repressão indiscriminada, por serem os intelectuais considerados adversários de regimes ditatoriais;
    b. b) por um clima de ampla liberdade pois o governo cortejava os intelectuais para obter apoio ao seu projetonacional;
    c. c) pela indiferença, pois os intelectuais não tinham expressão e o governo se baseava nas forças militares;
    d. d) pelo desinteresse com relação aos intelectuais, pois o governo se apoiava nos trabalhadores sindicalizados;
    e. e) por uma política seletiva através da qual só os adversários frontais do regime foram reprimidos.
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  2. Prezado Ricardo,
    Excelente artigo, merecedor de acuidade ao exame de seu alcance.
    Pena que o povo, pobre povo, e de tudo, de espírito, de atitudes, etc., etc.
    Este povo está perdido. Como você bem disse, ” pelos interesses em manter a gigantesca e ineficiente máquina pública e pelo domínio do povo através de seus falsos representantes”.
    E, aproveitando a deixa, tão falsos, que salta aos olhos a falsidade, podendo ser tomada como base a questão do Rodoshoping, que foi levantada mas parou nisto, todos esses falsos representantes correm do fato, do assunto, da explicação, da resposta pronta e honesta, bem na medida do que eu disse em outro comentário, “escondidos em época de eleições.
    Laiz Travizani Junior

  3. Não confundam porte com posse de arma, por favor. As diferenças estão estatuídos nos art. 12 (posse irregular) e 14 (porte irregular) do Estatuto do Desarmamento do pê tê (Lei nº 10.826/2003)

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