O golpista de 60 anos foi localizado através de uma operação da Polícia Federal que descobriu uma fraude de R$ 8 milhões no INSS. Segundo a investigação da operação “Ghost Hunters” o suspeito forjou casamento com 12 pessoas falsas, que “morriam” deixando a ele benefícios de pensão por morte previdenciária de cerca de R$ 60 mil por mês cada um.

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A polícia não revelou a identidade do homem que poderá pegar até 20 anos de prisão se for condenado.

Na fraude foram utilizados inúmeros documentos falsos, como certidões de nascimentos, certidões de casamentos e óbitos, falsas identidades e comprovantes de endereços. O esquema teve a participação de uma servidora do INSS, já demitida. O prejuízo estimado com pagamentos destes benefícios, desde 2009, é de mais de R$ 8 milhões.

Na operação, foram cumpridos um mandado de prisão preventiva e seis mandados de busca e apreensão, sendo um em Guarapari e outros cinco no estado do Rio de Janeiro. Segundo a Polícia Federal, os responsáveis responderão pelos crimes de falsificação e uso de documento público, falsidade ideológica, estelionato previdenciário e inserção de dados falsos em sistemas de informações da Previdência Social. Se condenados, os responsáveis poderão ser punidos com mais de 20 anos de prisão.

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