Durante o último mês de maio, a família do senhor Plinio Miguel Marin, de 65 anos e morador de Guarapari, descobriu que ele estava com um câncer em estágio avançado, tratava-se de um glioblastoma de grau 4, um dos mais agressivos. Plinio passou pela cirurgia e ficou com metade do corpo paralisado, e para conseguir arcar com os custos, a família abriu uma campanha com o intuito de receber doações.

Após a cirurgia, o idoso teve todo o lado esquerdo do corpo paralisado, e devido a isso ele adquiriu dificuldades para comer, se hidratar, se locomover.

O senhor Plinio foi diagnosticado durante o mês de maio, após ser levado diversas vezes à um hospital da cidade, porém sempre sendo declarado como um caso de labirintite, até que passou mal, no dia 9 de maio e a família desconfiou que fosse um AVC (Acidente Vascular Cerebral), levaram novamente à um hospital particular da cidade, porém por falta de estrutura, tiveram que ir até o Hospital Meridional, no município de Serra.
Foi neste hospital que a família recebeu a notícia, Plinio estava com um glioblastoma de grau 4, um câncer muito agressivo e que já estava em um estágio avançado. Logo marcaram a cirurgia e, devido à localização do câncer, os médicos conseguiram retirar 98% do tumor, sendo o restante inacessível.

“Eu estava na minha casa em Vila Velha, até que meu irmão ligou e falou que meu pai estava passando mal, começou a arrastar a perna, na hora eu pensei que se tratava de um AVC e já corri para lá e levei ele no Hospital Particular, porém eles não tinham estrutura e eu estava meio receosa porque foi lá que dá primeira vez falaram que era só labirintite, então levei meu pai lá no Meridional (Hospital), que foi onde descobriram que era um câncer”, comentou Loraine Marin, filha de Plinio.

Após a cirurgia, o idoso teve todo o lado esquerdo do corpo paralisado, e devido a isso ele adquiriu dificuldades para comer, se hidratar, se locomover e urinar, sendo nesta parte que a família está arcando com altos custos, já que precisam de sondas e de profissionais capacitados para operarem estes equipamentos.

Juntando todos os custos, como remédios, alimentação especializada e técnicos capacitados, são gastos em média 9 mil reais por mês. Caso queiram ajudar, basta depositar a doação em qualquer valor nas seguintes contas:

PicPay – @pliniomiguelmarin

Caixa econômica (104)
Loraine Marin (Filha)
CPF: 113.863.427-36
Agência – 3993
Operação – 001
Conta Corrente – 20385-4

Nubank (0260) – Agência 0001 – Conta 51473094-2

Por João Pedro Barbosa, estagiário.