A Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Guarapari, prendeu, em flagrante, dois suspeitos de serem os autores de um homicídio registrado na manhã de hoje, no município.

Ainda hoje o titular da DHPP Guarapari, delegado Franco Malini dará mais informações a imprensa. Os presos são acusados de matar o vendedor de cocada Adriano Rossi Fernandes, de 32 anos, na manhã de hoje enquanto ele voltava caminhando para casa.

Segundo os familiares, ele saiu para buscar exames médicos do pai, que operou de apendicite, e foi alvejado quando passava na rua Santana do Iapó, em Muquiçaba. De acordo com a Polícia Civil, Adriano foi atingido por dois disparos, um de raspão nas costas, e outro que entrou por debaixo da axila.

Os presos são acusados de matar o vendedor de cocada Adriano Rossi Fernandes, de 32 anos (Em Destaque), na manhã de hoje enquanto ele voltava caminhando para casa.

O vendedor chegou a correr no momento, mas não resistiu e caiu ao lado de um carro que estava estacionado na rua. Uma ambulância do Samu chegou a passar pelo local, mas constatou que Adriano já estava morto.

Parentes de Adriano contaram que o vendedor era dependente químico e saiu da clínica de reabilitação há duas semanas, para ajudar o pai que se recuperava de uma cirurgia. A mãe de Adriano fabrica cocada para vender na rua, e ele era um dos vendedores.

Apesar do vício, familiares contam que ele era uma pessoa muito tranquila. “Ele saiu de casa hoje para buscar os exames do pai dele. Estava internado mais uma vez na clínica de reabilitação aqui em Guarapari mesmo, e saiu da clínica para ajudar o pai operado. É muito triste isso. Apesar do vício, era uma pessoa muito tranquila, do bem”, disse um familiar que preferiu não ser identificado.

A polícia civil investigou e descobriu que o vídeo de uma câmera de segurança mostra o momento exato em que Adriano foi abordado por um carro preto. Era um veículo modelo gol, G3. O carro passou pela rua pela primeira vez, e na volta, já chegou atirando. O primeiro disparo pegou de raspão, o segundo que entrou debaixo do braço.

A Polícia Civil encontrou um projétil próximo ao portão que também foi atingido. A perícia não conseguiu identificar se o projétil é de uma arma calibre 380 ou um revólver 38. O corpo do rapaz foi levado para o Departamento Médico Legal (DML), de Vitória.

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