O presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCES), Rodrigo Chamoun, comunicou nesta segunda (18) que vai suspender a promoção de servidores e não irá mais indenizar por férias não gozadas, funcionários, membros e procuradores até dezembro de 2021.

Economia. De acordo com Chamoun,  em entrevista ao jornal A Gazeta, essa medida deve gerar uma economia de R$ 8.8 milhões em gastos com pessoal esse ano. Essa decisão foi feita em acordo com o governo do Estado, onde o TCE vai renunciar a até 20% os duodécimos mensais que recebe para cobrir suas despesas, até o mês de dezembro desse ano.

O percentual acordado pelo presidente Rodrigo Chamoun, deve gerar uma economia de R$ 20,42 milhões aos cofres do governo do Estado.

O percentual acordado deve gerar uma economia de R$ 20,42 milhões aos cofres do governo do Estado. O presidente Rodrigo Chamoun, vai diminuir R$ 4,6 milhões das despesas com custeio, ou seja, redução dos contratos com empresas terceirizadas, serviços de limpeza, gravação das sessões, participação em eventos, pagamentos de diárias, contratação de instrutores, bolsas de estudos, despesas com hospedagem, alimentação passagens aéreas, manutenção em imóveis, compra de combustíveis, manutenção da frota, gastos com energia elétrica entre outros itens.

A meta de Rodrigo Chamoun para 2020 é economizar R$ 13, 4 milhões. R$ 7 milhões a menos. Ele explica que não fará corte de servidores comissionados e que medidas para readequar o volume de gastos serão analisados caso a receita apresente queda mais intensa.

“Devemos sair dessa crise, todos nós, com gastos mais eficientes. Gastando menos e produzindo com mais qualidade, com menor custo possível. Essa economia se fez possível porque temos um orçamento enxuto, fruto das ~ultimas três gestões, que reduziram cargos e colocaram nosso tribunal como segundo que menos gasta no país.”, disse ele ao jornal a Gazeta.

Bom prefeito. No meio político,  a avaliação é que a gestão Rodrigo Chamoun a frente do Tribunal de Contas do Estado (TCES), mostra que se ele tivesse sido eleito prefeito de Guarapari, nas duas eleições que disputou (2004 e 2008), teria feito uma gestão responsável e segura, devido a suas ações bem realizadas à frente do TCE.

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