O vereador Jorge Figueiredo (PP) solicita pela segunda vez a criação de uma Comissão Especial de Investigação (CEI) para apurar as denúncias que envolvem quatro parlamentares da atual Casa de Leis. O requerimento deve ser votado na sessão de amanhã (5).

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Jorge diz que CPI será para dar satisfação a população.

A Comissão ficará responsável pela apuração das denúncias feita no inquérito, participando atenciosamente, de tudo aquilo que possa ter envolvimento com o caso. Bem como obter informações sobre o andamento, ouvir pessoas envolvidas, além de apurar as decisões cabíveis aos vereadores envolvidos.

Em 22 de outubro, Jorge fez a primeira solicitação para a criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), no entanto o presidente da câmara, Wanderlei Astori (PDT), alegou que isso poderia afastar os envolvidos, pedindo assim, que o vereador Jorge Figueiredo protocolasse então, uma Comissão Especial de Investigação (CEI).

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Reprodução do requerimento protocolado por Jorge Figueiredo (PP)

De acordo com o vereador Jorge, ele afirma ser cobrado por muitos habitantes, por uma posição da câmara em relação aos quatro parlamentares. Visto que todas essas denúncias não podem acabar em “pizza”. “Eu preciso ficar com minha consciência de dever cumprido. Venho sendo muito cobrado pelos moradores, para que todo esse processo não termine em pizza”, explica.

Em forma de requerimento, o vereador pede com urgência, que o presidente da casa não meça esforços para a criação da CEI. Para tanto, faz se necessário à aprovação deste requerimento de nº 817/2013 que será apreciado na sessão de amanhã (5). Caso seja aprovado, Wanderlei precisa nomear três vereadores para a Comissão, sendo eles, um presidente, um relator e membro.

Para jorge, a CEI é de grande importância para que seja dada satisfação à sociedade, demonstrando transparência e preservando a credibilidade do Poder Legislativo Municipal. “Eu espero que a verdade venha à tona. E, se a justiça entender que eles não são culpados, que estes mesmo parlamentares, abram processos para reaver a situação em que se colocaram”, relata Jorge.

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