O projeto do governo federal de instaurar escolas Cívico-Militares em várias cidades do país ganhou a adesão da Câmara Municipal. O vereador Oziel de Souza (PSC) está propondo um abaixo-assinado para que Guarapari tenha a sua escola Cívico-Militar.
De acordo com ele, o governo federal vai investir R$ 54 milhões no projeto. “O governo do Estado rejeitou e não se inscreveu nesse programa. Com isso o governo federal abriu para que os municípios possam se inscrever independentemente do governo do Estado. Não há interesse até o presentem momento, do prefeito de aderir a esse programa. Por essa razão eu vejo a necessidade de essa cobrança partir da população que é maior beneficiada”, explica.

Disciplina. Ainda de acordo com o vereador “Muitos pais estão sonhando em ter o seu filho, a sua filha, a sua criança em uma escola Cívico-Militar onde as crianças são altamente disciplinadas, aprendem a respeitar os mais velhos, os mestres, aprendem a respeitar a sua pátria, conhecer a história de sua nação. Esse é o nosso desejo”, disse ele.

O vereador finaliza dizendo que “Nós vamos convocar voluntários para recolher essas assinaturas e endereçar à secretaria municipal de educação e ao ministério da educação. Ainda há tempo de se inscrever para que tenhamos esse projeto que vai muito ajudar na educação dos nossos filhos”, finaliza.
O QUE É O PROGRAMA NACIONAL DAS ESCOLAS CÍVICO-MILITARES?
O Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares é uma iniciativa do Ministério da Educação, em parceria com o Ministério da Defesa, que apresenta um conceito de gestão nas áreas educacional, didático-pedagógica e administrativa com a participação do corpo docente da escola e apoio dos militares. A proposta é implantar 216 Escolas Cívico-Militares em todo o país, até 2023, sendo 54 por ano.
O modelo a ser implementado pelo Ministério da Educação tem o objetivo de melhorar o processo de ensino-aprendizagem nas escolas públicas e se baseia no alto nível dos colégios militares do Exército, das Polícias e dos Corpos de Bombeiros Militares.
Os militares atuarão no apoio à gestão escolar e à gestão educacional, enquanto professores e demais profissionais da educação continuarão responsáveis pelo trabalho didático-pedagógico.
Participarão da iniciativa militares da reserva das Forças Armadas, que serão chamados pelo Ministério da Defesa. Policiais e Bombeiros militares poderão atuar, caso seja assim definido pelos governos estaduais e do Distrito Federal.










