Com a disseminação dos cursos na modalidade de Ensino a Distância, independente da Instituição de Ensino, muito se diz das dificuldades que os alunos enfrentam, tais como: insegurança no manuseio dos recursos tecnológicos, falta de compreensão dos avisos e sentir-se sozinho.

tecnologia Que tal refletirmos que no mercado de trabalho a superação de tais dificuldades são ótimos referenciais na seleção dos candidatos?

Há anos, o conhecimento mínimo de informática é pré-requisito nas entrevistas de emprego. Não excluindo o ambiente virtual, a insegurança é inerente ao ser humano, cabendo a ele, num processo contínuo de aprendizado, adquirir os conhecimentos necessários e a autonomia que o mercado exige.

Da falta de compreensão dos avisos: a dúvida deve ser um obstáculo transponível. Alguém acredita que no cotidiano empresarial terá sempre alguém disponível para destrinchar linha a linha um e-mail ou uma tarefa a ser seguida? Outro exemplo são os editais de concursos, a menos que não haja concorrência, o que não é o caso, não há avisos contínuos dizendo: – Prezado candidato, esteja atento, o prazo termina amanhã!

O mundo globalizado exige esforço e cobrar esforço do aluno do Ensino Superior é exigir o mínimo para o bom desempenho dele.

Quanto sentir-se sozinho? Estudos apontam que na sociedade contemporânea, o acúmulo e a disseminação da informação pela internet tem produzido pessoas mais tendenciosas e menos críticas. É uma superação pessoal conseguir concentrar-se no que é útil e produzir conhecimento a partir de tudo o que se lê. Nesse processo você perceberá que a absorção dos conteúdos não depende de estar próximo de alguém e sim de se aproximar e aproveitar de forma correta das ferramentas de conhecimento.

Portanto, formar-se na modalidade EaD contribui e muito no desenvolvimento das competências para o perfil profissional contemporâneo, desde que se trilhe o caminho da disciplina, autonomia e organização pessoal.

Por Fernanda Marinho
Coordenadora do Polo UNIP Guarapari/ES

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