Se Tite sempre apontou Carlo Ancelotti como sua maior referência no futebol, agora parece ser o italiano quem está seguindo os passos do treinador brasileiro. Para o amistoso deste sábado (13) contra o Marrocos, o novo comandante da Seleção Brasileira sinalizou que vai apostar na continuidade. Caso o esboço dos últimos treinos se confirme, o Brasil entrará em campo com oito jogadores que foram titulares na estreia da Copa do Mundo de 2022.
A espinha dorsal mantida por Ancelotti conta com:
- Goleiro: Alisson
- Defensores: Danilo, Marquinhos e Alex Sandro
- Meio-campistas: Casemiro e Lucas Paquetá
- Atacantes: Raphinha e Vinicius Junior
As únicas três novidades no time principal devem ser Gabriel Magalhães, Bruno Guimarães e Matheus Cunha, que assumem as vagas que pertenceram a Thiago Silva, Neymar e Richarlison no Catar.
Essa manutenção drástica quebra um padrão histórico na Amarelinha. O Brasil não costuma preservar tantos veteranos de um ciclo para o outro. Para se ter uma ideia, o recorde anterior pertencia à badalada Seleção de 2006, que estreou na Alemanha com cinco remanescentes do penta de 2002: Cafu, Lúcio, Roberto Carlos, Ronaldinho Gaúcho e Ronaldo. Ao promover essa transição suave, Ancelotti pretende valorizar o trabalho anterior e estabelecer uma base sólida para o início de sua era.









