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A Câmara de Anchieta realizou na noite desta terça-feira (20), no Plenário Urias Simões dos Santos, logo após a 84ª sessão ordinária, a 2ª Sessão Solene dedicada à Consciência Negra. A Resolução Nº 11, de 21 de junho de 2017, criou a Semana da Consciência Negra no âmbito do Poder Legislativo, a referida solenidade e a outorga da Comenda Mestre Camilo.

A Resolução Nº 11, de 21 de junho de 2017, criou a Semana da Consciência Negra no âmbito do Poder Legislativo.

O Dia da Consciência Negra também é considerado como uma ação afirmativa de promoção da igualdade racial e uma referência para a população afrodescendente a reflexão sobre as consequências do racismo. Em Anchieta, esta cultura se faz presente através das manifestações culturais, como o grupo de capoeira Libertação, dos grupos de jongo Tambores de São Mateus e Sol e Lua

Para o vereador Professor Robinho, “o Dia da Consciência Negra é muito importante para todos os negros e que reflexões devem ser feitas acerca do fortalecimento da cultura afro e sobre o que o cidadão está fazendo para resgatar e tirar o atraso sobre o negro. Hoje, em pleno século XXI, ainda podemos perceber certas discrepâncias, incoerências diante a cultura do nosso povo, do jongo, da capoeira”.

O Dia da Consciência Negra também é considerado como uma ação afirmativa de promoção da igualdade racial e uma referência para a população afrodescendente a reflexão sobre as consequências do racismo.

A Comenda Mestre Camilo foi outorgada, conforme Decreto Legislativo Nº 22/2018, ao cidadão que presta, ou tenha prestado, relevantes serviços à comunidade negra de Anchieta, promovendo a cultura da igualdade racial, o respeito à diversidade religiosa e o combate ao racismo, preconceito e à discriminação racial. O homenageado da noite foi Gilson dos Santos Nascimento, popularmente conhecido como Negão da Capoeira, que também fez uma apresentação.

“Estou muito feliz por receber essa honraria. Sou neto de jongueiro e estou há 25 anos em prol da capoeira, de modo a fortalecer o que corre no meu sangue, para não deixar com que a manifestação cultural afrodescendente, a capoeira, não acabe. Durante todo esse tempo com o trabalho da capoeira, já conhecida pela população anchietense, venho passando um pouco do meu conhecimento para as crianças para que essa cultura não acabe. Agradeço aos vereadores pela comenda recebida e pelo apoio”, disse o homenageado.

“Estou muito feliz por receber essa honraria. Sou neto de jongueiro e estou há 25 anos em prol da capoeira,”

Na sequência, aconteceram três palestras, cujo temas inspiram momentos de reflexão sobre a importância da cultura negra:

– A saúde da população negra sob o olhar do atual sistema de saúde pública no Brasil, ministrada pela enfermeira Marília Meireles,

– Quilombolas Capixabas: Histórias contadas em cordéis, ministrada pela professora Maria Carolina Miranda, e,

– Capoeira de Anchieta, ministrada por Karla Carolina da Cruz Machado Marques.

Duas alunas da Escola Municipal da comunidade de Novo Horizonte apresentaram cordéis sobre os Quilombolas Capixabas. No final da solenidade, foi apresentado parte de um vídeo do desfile da escola de samba do Estado de São Paulo que retratou o sofrimento do negro.

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