Os preços dos combustíveis registraram uma queda de 1,47% em maio, atuando como o principal fator de alívio para a inflação oficial do país. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) por meio do IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15).
A redução nos postos causou um impacto direto no bolso dos motoristas e derrubou os custos do grupo Transportes, que passou de uma alta expressiva de 1,34% em abril para uma deflação de 0,33% em maio.

Gasolina e etanol lideram alívio no bolso. Entre as principais quedas do mês, destacam-se:
- Etanol: Teve a maior redução percentual, recuando 2,73%.
- Diesel: O óleo diesel apresentou queda de 2,04%.
- Gasolina: Recuou 1,32%. Apesar do percentual menor que os outros, a gasolina representou o maior alívio individual no índice geral de inflação, devido ao seu peso no orçamento das famílias.
Em contrapartida, o gás veicular (GNV) seguiu na contramão e registrou alta de 2,12% no período.
Passagens aéreas sobem, mas transporte público recua. A inflação de maio também mostrou um cenário misto para quem depende de outros meios de transporte. As passagens aéreas voltaram a subir, registrando um aumento de 3,25%. No transporte público urbano, o comportamento foi variado: as tarifas de ônibus urbano caíram 0,56% e o metrô recuou 0,21%. Por outro lado, os ônibus intermunicipais subiram 0,27% e a integração do transporte público teve uma leve alta de 0,30%.









