Foi realizada, nesta quarta-feira (11), na Escola Magdalena Pisa, uma reunião entre a Prefeitura Municipal, o Departamento de Estrada e Rodagem do Espírito Santo (DER-ES), a empresa Tracomal e a comunidade de Itaipava, para discutir o andamento da obra que irá revitalizar a praia de Itaipava.

O DER-ES, representado por Jeferson Garcia, apresentou o projeto da obra e as condicionantes ambientais exigidas em contrato. “Para se executar uma obra de grande porte como esta, nós precisamos de licenças ambientais e, essas licenças, quando liberadas, vêm acompanhadas de condicionantes. No caso da Itaipava, temos 41 a serem cumpridas”, explica Jeferson.

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Jeferson Garcia, apresentou o projeto da obra e as condicionantes ambientais exigidas em contrato

A condicionante que mais tem incomodado a população, em especial os comerciantes, é a condicionante 22, que determina a execução do programa de interdição da praia, durante as atividades de implantação do empreendimento, conforme definido no protocolo IEMA nº 7.099/2013.

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Moradores preocupados com a interdição da praia, durante as atividades de implantação do empreendimento.

O engenheiro, gerente da obra, João Pereira, disse aos comerciantes, que questionaram a interdição, que este é um transtorno necessário para execução das obras, mas estará junto ao DER-ES e prefeitura buscando alternativas para amenizar o impacto aos comerciantes. “Essa interdição é necessária, mas, de acordo com o andamento das obras, podemos ir liberando o acesso a praia”, disse.

O projeto prevê também o isolamento de algumas ruas, durante o dia, para acesso do maquinário e caminhões.

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