Conheço muito pouco do Pastor Marco Feliciano. Nunca ouvi uma única mensagem dele. Sempre escutei falar de sua pregação, mas realmente não me interessei. Mas tenho acompanhado a forma como tem sido tratado pela mídia, por alguns deputados, por famosos e em especial por uma parcela da população, que se intitula “minoria gay”.

Há muito tempo, Deus colocou em meu coração um carinho muito grande por aqueles que assumiram a sua homossexualidade. Até hoje, aqueles e aquelas que me procuram são pessoas que estão em busca da sua identidade sexual, estão infelizes, sem saber o que fazer de suas vidas. Em 99% das pessoas que tive acesso, foram abusadas sexualmente na infância, presenciaram violência domestica e abandono por parte das pessoas que deveriam protegê-los.

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Em nenhum momento de nossas conversas, eu disse a essas pessoas que elas eram “doentes”, que precisavam de “cura física”. Essa é uma mentira que a mídia insiste em dizer acerca dos evangélicos, que oferecemos “cura para os homossexuais”.

Não sou homofóbica, mas entendo que a doutrina bíblica é incompatível com a homossexualidade.

Não sou homofóbica, mas sou cristã e acredito que a Biblia é a Palavra de Deus para nós.
Não sou homofóbica, mas acredito que os gays são cidadãos brasileiros, tanto quanto eu.
Não sou homofóbica, mas sou uma mulher cristã e defendo a virgindade para ambos os sexos e abstenção das relações sexuais antes do casamento.
Não sou homofóbica, mas entendo que a doutrina bíblica é incompatível com a homossexualidade.
Não sou homofóbica, mas percebo que a chamada “minoria gay” está tão focada em Marco Feliciano que está sendo massa de manobra para deputados corruptos.

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O que mais me entristece em tudo isso, é que aqueles que gritam palavras de ordem, ou boa parte deles, foram crianças humilhadas, maltratados, abusadas sexualmente e essa dor ainda permanece. Ela está lá! Meio escondida, mas está lá, doendo e algumas vezes sendo perpetuada na vida de outras pessoas. A eleição de Marco Feliciano é legitima. Todos nós pastores, as vezes falamos coisas no púlpito que são fruto de uma teologia que nos foi ensinada.

De forma bem simples, gays são homens ou mulheres que decidiram ter um relacionamento afetivo e sexual com o mesmo sexo. Isso é contrario não somente a doutrina cristã, mas também aos ensinamentos muçulmanos e judaicos. Porque somente Marco Feliciano esta sendo vilipendiado? Pense nisso!

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