A mineradora Samarco pretende, até o final deste ano, retomar 26% de suas atividades na cidade de Anchieta. A operação da empresa está paralisada desde novembro de 2015, após o rompimento da barragem de Mariana (MG). O retorno traz otimismo para a geração de emprego e renda em Anchieta, entretanto, a principal receita gerada pela Samarco, o ICMS, demorará dois anos para afetar o caixa da prefeitura. As informações são da jornalista Beatriz Seixas, do jornal A Gazeta.

Complexo de Germano. Fonte: Samarco

Na prática, apenas a partir de 2023 as receitas começarão a ser incrementadas aos cofres públicos de Anchieta, em consequência da reativação da companhia. O prefeito Fabrício Petri (PSB), que foi reeleito no último domingo com 55,97% dos votos, está otimista com o cenário que está por vir. Avaliando o período de maior dificuldade da cidade, Petri conta que Anchieta terá mais condições de se destacar entre as cidades da região Sul do Estado.

Mesmo com a defasagem de dois anos para o cálculo do ICMS, o prefeito afirma que a reativação da mineradora permite que outros impostos sejam arrecadados imediatamente, como o Imposto sobre a Prestação de Serviços de Qualquer Natureza, o ISS. Petri estima que, em 2021, haverá um acréscimo de R$ 8 milhões na arrecadação com esse imposto.

 

 

Deixe seu comentário