Querendo melhorar e capacitar a formação profissional e cidadã dos alunos do município de Guarapari, o vereador Rodrigo Borges fez uma indicação de projeto de lei ao prefeito da cidade. Nele está prevista a inclusão de uma atividade extracurricular que dê orientações sobre política para os jovens.

As matérias obrigatórias são determinadas pelo Ministério da Educação e não podem ser alteradas, porém, o município tem autonomia para implementar atividades extracurriculares. Caso esta indicação seja aceita pelo prefeito, os alunos do 9º ano das escolas do município irão receber palestras mensais sobre diferentes pontos de vista da política.

Alunos do 9º ano irão receber palestras sobre o tema. Imagem ilustrativa.

Na indicação do projeto está previsto que as palestras sejam apresentadas por Vereadores, por Dirigentes Partidários, por autoridades políticas como Deputados, Prefeitos e Senadores ou por qualquer pessoa operadora do Direito, com notáveis saberes Políticos Constitucionais.

De acordo com Rodrigo, o vereador responsável pela indicação, o projeto não é para discutir posicionamentos políticos nem questionar o lado que os alunos decidam ser, mas para explicar as leis que regem o município, a estrutura organizacional das eleições, as funções dos cargos e o que cada tendência defende.

Rodrigo Borges é o vereador responsável pela indicação do projeto de lei ao prefeito, que deverá avaliar se aceita ou não.

“Vejo importância na implantação da orientação política na sala de aula, não para discutirmos posicionamento político, mas para criar a cidadania e consciência política, dar conteúdo de estrutura organizacional dos sistemas eleitorais, das funções dos cargos eletivos, dessa forma, os alunos do 9º ano que tem em média 15 anos estarão capacitados para escolher em quem votar no ano seguinte”, disse o vereador.

Por fim, Rodrigo Borges reforçou que o projeto não irá de forma alguma atacar lados políticos, visto que é uma escolha pessoal do aluno, será usado apenas para explicar o que defende cada espectro.

“De forma alguma o projeto tem cunho de tendência de posição política, a escolha será sempre da pessoa. Ele tem o objetivo de dar informação, formando um cidadão mais capacitado para participação no sufrágio. Se o aluno será de esquerda, direita,  centro, extremo, isso não deverá ser questionado na sala de aula, apenas será explicado o que cada um defende”, finalizou o vereador.

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