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Após comprovar que a radioatividade presente em praias de Guarapari é muito maior do que em outros lugares do mundo, uma nova pesquisa começa a ser desenvolvida para que as areias monazíticas possam ser receitadas por médicos, no tratamento de doenças relacionadas a dores nas articulações.  

A nova pesquisa é desenvolvida por médicos e farmacêuticos da Universidade Vila Velha, custeada pelo fundo da Mobilização Capixaba pela Inovação, e operado pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes).  

Um grupo de 150 voluntários participa da nova pesquisa feita na areia da praia.

Para o novo projeto, um grupo de 150 voluntários é recrutado. Os 150 voluntários serão divididos em dois grupos. Um grupo participa do experimento na praia de Itaparica, em Vila Velha, e o outro na Praia da Areia Preta, em Guarapari. Todos os voluntários ficam com o joelho submerso na areia por 30 minutos. 

Cada grupo ficará exposto duas vezes por semana. Um ônibus leva os pacientes até as praias. As duas praias foram escolhidas, para que os pesquisadores possam comparar o resultado das pesquisas. O experimento vai durar um ano, e deve ser suspenso no verão, devido a lotação das praias. 

Para ser voluntário, é preciso ser morador de Vila Velha, Vitória ou Cariacica, ter idade entre 30 e 95 anos, e apresentar dor articular. Os interessados ainda vão passar por uma triagem para ver se atende aos critérios de inclusão e não tem nenhum critério de exclusão. 

O lançamento aconteceu na manhã de segunda-feira, e contou com a participação do reitor da universidade, Heráclito Amâncio Pereira Junior, os coordenadores do projeto, a farmacêutica e doutora em ciências farmacêuticas Denise Coutinho Edringer, o doutor em ciências farmacêuticas Márcio Fronza, e o médico ortopedista Gabriel Alfena Gamaro de Moura, que é professor e aluno de mestrado da universidade. 

A apresentação do projeto aconteceu na manhã de quinta-feira, no Guara Centro de eventos. Foto: PMG

Os coordenadores afirmam que, se comprovado positivamente, será possível prescrever clinicamente o tratamento na areia. “Conseguiremos padronizar a forma de tratamento, determinando quanto tempo o paciente precisará ficar na praia, a radiação necessária, qual período do ano o tratamento será eficaz, e ainda o melhor equipamento para quantificar a radioatividade”, ressaltou Denise. 

Também estiveram presentes no evento, o autor da proposta de pesquisa científica, Walter De Prá, a secretária de Agricultura e Meio Ambiente, Thereza Cristina, e a secretária de Turismo, Empreendedorismo e Cultura, Letícia Regina. 

“O município apoia essa pesquisa, porque ela vem a afirmar o poder das nossas areias e o potencial do turismo de saúde em Guarapari”, declarou a secretária Letícia Regina.

Inscrição como voluntário. A inscrição pode ser feita pelo e-mail [email protected]com, através do telefone 99223-1520, ou pessoalmente na Policlínica da UVV, de segunda a sexta das 14h às 16h. 

Camara Municipal de Guarapari – Participe
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