Um homem de 31 anos foi preso com 16 quilos de maconha na manhã desta sexta-feira (23) em um quiosque da praia do morro. O suspeito, detido em flagrante, havia chegado à cidade há poucas horas para distribuir a droga. Outras duas pessoas foram detidas para averiguação.
Gilson Lopez dos Santos, 31 anos, foi preso enquanto tomava uma cerveja na orla da praia depois que a polícia militar recebeu uma denúncia anônima informando que ele estaria distribuindo a droga na cidade. Durante a averiguação no carro do suspeito, os policiais encontraram 23 tabletes de maconha no porta malas.

“Eu vim de Sete Lagos para entregar a mercadoria aqui na cidade e estava tomando uma cerveja para aproveitar a praia. Não é todo dia que venho a Guarapari”, declarou o suspeito, que já cumpriu pena por tráfico de drogas em Minas Gerais e atualmente possui um mandado de prisão no mesmo Estado também por tráfico.

A operação que culminou com a prisão do suspeito começou por volta das 8 horas. Depois de receber denúncia de que dois homens tinham acabado de comprar a droga na orla da praia, os militares acionaram a Central de Vídeo Monitoramento para tenar localizar os suspeito. Os dois foram abordados e indicaram onde o entregador da droga estaria e a PM acabou efetuando a prisão.
No porta malas do carro de Gilson, foram encontrados 23 tabletes de maconha e outro tablete foi apreendido próximo a casa de um dos homens que foram detidos inicialmente. Todos os suspeitos foram levados para a delegacia de Guarapari e ainda serão ouvidos pelo delegado de plantão.
Blitz e apreensão de vans clandestinas
Ainda na manhã de hoje, na primeira blitz do dia realizada pela Pm, o motorista de um veículo tentou fugir, mas acabou sendo detido pelos policiais. No interior do carro, os militares encontraram cinco buchas de maconha e duas pedras de crack. O motorista foi encaminhado para a delegacia.
E o motorista de uma van também foi encaminhado para a delegacia depois de ser flagrado transportando passageiros. O motorista contou que era funcionário de uma das empresas de ônibus que pararam de operar na cidade e que esta era a forma de se sustentar, já que a empresa ainda não pagou os direitos trabalhistas depois de encerrar as atividades.
Os motoristas que forem flagrados transportando passageiros sem licença (clandestinos) podem ser presos e cumprir uma pena que varia de 15 dias a três meses de prisão, além de terem o veículo retido pela PM. Pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), transporte clandestino de passageiros é considerado infração média e o motorista é multado em R$ 160,00.










