Pela segunda quinta-feira consecutiva, o sindicato que defende os agentes do rotativo e um grupo de ex-funcionários compareceram na Câmara Municipal de Guarapari com faixas e cartazes para protestar. Segundo eles, os agentes que foram demitidos em junho ainda não receberam os direitos trabalhistas.

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Até a polícia foi chamada para manter a segurança do local.

O ex-agente Erasmo Carlos Costa Longa desabafa. “Já vai pra três meses que estamos desempregado. A empresa diz que vamos receber, mas nunca pagam. O que ficou pra trás é a rescisão que já chega a R$ 4 mil. Como estou desempregado, preciso muito desse dinheiro”.

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Erasmo pede apenas os direitos trabalhistas.

Erasmo disse ainda que a luta agora é somente pelos ex-funcionários. “Eu retifico que lutamos aqui pelos 16 desempregados. Porque a empresa já está contratando novos empregados, mas a gente não recebe o nosso. Procuramos a Câmara, a Prefeitura, o Ministério Público, e até agora ninguém resolveu a nossa situação”.

Durante a sessão, o sindicato e alguns ex-funcionários pediram um tempo para falar na Tribuna. O vereador Linconl Cavalcante fez o pedido ao vice-presidente da mesa diretora, o vereador Jorge Ramos, já que o presidente não estava presente na sessão. Mas de acordo com o regime interno da Casa de Leis, no período eleitoral, os vereadores não podem conceder a palavra para outro cidadão.

Com isso, o vice-presidente pediu ao sindicato que aguardasse o fim da sessão para uma conversa na sala de reuniões da Câmara. O sindicato não aceitou a proposta, e as diretoras  do sindicato se exaltaram. A sessão foi suspensa.

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