Iniciou, na última quinta (6), uma polêmica sobre o resultado de licitação que visa a contratação de empresa especializada em serviços de coffee break, kit lanche e coquetel para atender encontros e reuniões da Secretaria de Educação de Guarapari. O debate aconteceu na página do Facebook da ONG Transparência Guarapari.

Raquel Gerde, presidente da ONG Transparência Guarapari.
Raquel Gerde, presidente da ONG Transparência Guarapari.

A presidente da ONG, Raquel Gerde, buscando transparência, pediu esclarecimentos sobre o resumo de resultado publicado no Diário Oficial da União. Segundo a publicação a empresa vencedora foi a Padaria do Irmão, com o lote único no valor de 52 reais por pessoa, tarifa considerada elevada para ser paga com o dinheiro público.  O “post” ganhou visibilidade no facebook e envolveu cerca de 85 comentários e 27 “curtidas”.

Hoje (13), foi realizada uma reunião, com a presença do Portal27, de esclarecimento com a secretária municipal de educação, Diana Margara, a pregoeira oficial da Semed, Daniele Pereira, e a presidente da ONG Transparência Guarapari, Raquel Gerde, na qual foi explicado o porquê do valor de 52 reais.

Explicação:

R$52 reais é o valor dividido para:

Coffee break compeleto (R$ 14 por pessoa)

Coffee break simples (R$ 9 por pessoa)

Kit Lanches (R$ 4 por pessoa)

Coquetel (R$ 25 por pessoa)

Diana Margara, secretaria de educação.
Diana Margara, secretaria de educação.

A Semed pode utilizar o valor de sessenta mil reais durante todo o ano de 2014. “Nós temos a quantia de R$ 60 mil para todo o ano, à medida que gastamos a porcentagem utilizada é debatida do valor total”, afirma a secretária, Diana Margara.

A pregoeira, Daniele Pereira, esclarece que o tipo de licitação desse processo é o de menor preço por lote, sendo a padaria do irmão a vencedora, por ofertar o menor lance.  Segundo Daniele, a sessão de licitação é pública e os interessados podem participar.

“Agradeço a Secretaria de Educação pela atenção que foi dada aos fatos. As explicações dadas foram suficientes para afirmar que o processo é transparente”, conclui Raquel Gerde.

 

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