Para dar a versão da Polícia Militar sobre a ocorrência que gerou confusão na madrugada desta terça-feira (13),na Praia das Castanheiras, a equipe do Portal 27 entrevistou o comandante do 10° Batalhão, Tenente Coronel Pessanha, que esclareceu os fatos de acordo com a PM.

Para o tenente coronel Pessanha, a conduta dos PMs envolvidos na ocorrência foi a necessária.

Volume excessivo. O tenente coronel comenta que a polícia recebeu muitas reclamações sobre o volume excessivo de som. “O Carnaval oficial de Guarapari se encerrou por volta das 2h. A polícia Militar permaneceu no local garantindo a segurança das pessoas que estavam voltando para suas residências. Só que tiveram muitas denúncias de som alto. E a polícia constatou que havia muitas pessoas com caixas de som e carros parados com musica alta ainda, músicas com apologia ao crime, com apelo sexual muito forte.  Os polícias foram passando e notificando, muitas pessoas acataram o pedidos dos PMs, mas um grupo se revoltou”, fala Pessanha.

Ele conta como começou o confronto com os policiais. ”E quando a polícia foi intervir  e pedir que um grupo de pessoas abaixassem seu som, houve uma confusão com os populares. A polícia foi recebida com violência, pessoas atirando garrafas, os ofendendo”, conta.

Jovens teriam reagido confrontando e atacando os PMs com garrafas de vidro.

Na ocorrência, uma pessoa foi encaminhada ao DPJ. “Um homem foi detido, que estava incitando populares contra a Polícia Militar, e também atirando garrafas contra os policiais. Ele foi conduzido à polícia civil para seguir com os processos legais”, diz.

De acordo com o Tenente Coronel, cerca de 50 policiais faziam o patrulhamento na região, e todos foram acionados para dar apoio. Como comandante, ele fala que a postura dos policiais envolvidos na ocorrência foi correta. “A força empregada foi a necessária, foi uma ação legítima, eficaz, feita com muita técnica para conter a injusta agressão que eles foram submetidos. Não temos relatos de policiais ou populares feridos”, afirma.

E fala ainda. “Mas qualquer excesso que chegar para gente, qualquer denúncia, vai ser apurado com a maior lisura, como a Polícia Militar age normalmente”, conclui o tenente coronel Pessanha.

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