A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) reuniu, na tarde desta quinta-feira (19), os municípios capixabas que, por enquanto, precisam vacinar somente quem vai viajar para áreas de risco. O secretário da pasta, Ricardo de Oliveira, pediu o apoio dos secretários de saúde desses municípios na intensificação do combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença na área urbana.

O mais adequado fosse vacinar toda a população do Espírito Santo.

“Quem está preocupado com a febre amarela precisa colaborar com a eliminação do Aedes aegypti, que continua sendo encontrado principalmente no ambiente doméstico. Mesmo os municípios que não estão na zona de fronteira com Minas Gerais podem ajudar muito neste momento convocando a população para combater o mosquito, pois assim vamos evitar que a doença chegue até nós”, argumentou o secretário.

Oliveira ressaltou que vacinação é coisa séria. Ele afirmou, ainda, que se o mais adequado fosse vacinar toda a população do Espírito Santo, assim seria feito. “Neste momento, a estratégia é fazer o bloqueio na região próxima a Minas Gerais, onde foram confirmados casos da doença, e nos municípios onde foram encontrados macacos mortos, o que deixa o governo estadual e as administrações municipais em alerta. O objetivo da vacinação de bloqueio é imunizar esse grupo de pessoas que está mais exposto e quebrar a cadeia de transmissão da doença”, detalhou Oliveira.

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) reuniu, na tarde desta quinta-feira (19), os municípios capixabas.

Participaram também da reunião técnicos da área de Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado da Saúde, entre eles o chefe do Núcleo de Vigilância Ambiental, Roberto Laperrière Junior; a chefe do Núcleo de Vigilância Epidemiológica, Célia Birchler; e a coordenadora do Programa Estadual de Imunizações, Danielle Grillo.

Danielle disse que foi realizada uma reunião com profissionais da área de imunização de todos os municípios capixabas, na manhã desta quinta (19), e foi enfatizado que outras cidades podem ser incluídas na estratégia de vacinação cautelar, caso registrem morte de macacos por suspeita de febre amarela ou tenham casos suspeitos da doença em humanos. Ela reforçou as orientações passadas pelo secretário.

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