Em virtude do estado emergencial provocado pela greve dos caminhoneiros, o Comando-Geral da Polícia Militar convocou a tropa, na manhã deste sábado (26), para integrar uma Força-Tarefa que visa a liberação de cargas para serviços essenciais. Até o momento foram liberados 115 caminhões de (gás de cozinha, remédios, alimentos, cargas vivas).

A operação é interinstitucional e conta com a participação do Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Defesa Civil, Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf), Polícia Civil, entre outros órgãos.

Até o momento foram liberados 115 caminhões foram liberados (gás de cozinha, remédios, alimentos, cargas vivas).

O objetivo é a liberação de cargas para serviços essenciais e evitar a perda de cargas vivas, como forma de não prejudicar os direitos básicos da sociedade. A medida está sendo realizada sob forma de negociação com os caminhoneiros em pontos de interdição espalhados por todo o Estado, sobretudo na Grande Vitória e nos municípios de Domingos Martins, Ibatiba, Castelo, Venda Nova, Colatina, Vargem Alta e Aracruz. Em Guarapari o comandante geral do 10º batalhão também esteve conversando com os caminhoneiros visando dar segurança aqueles que querem sair. 

Sob forma de negociação com os caminhoneiros em pontos de interdição espalhados por todo o Estado

A Polícia Militar está fortemente empenhada na operação, com reforço de equipes das tropas especializadas – Companhia Independente de Missões Especiais, Companhia Especializada de Operações com Cães, Batalhão de Polícia de Trânsito, Regimento de Polícia Montada, Batalhão de Polícia Militar Ambiental – das forças táticas dos Batalhões e Companhias Independentes e policiais militares de todas as unidades da PMES.

São, ao todo, 750 homens e mulheres dedicados a garantir o direito constitucional de ir e vir dos cidadãos e impedir a descontinuidade de serviços essenciais, que pode oferecer risco à vida das pessoas.

“Estamos zelando pela segurança dos caminhoneiros que desejam seguir viagem, oferecendo uma escolta em forma de comboio até a Capital e também abrindo o diálogo para que eles façam a liberação de cargas vivas, de perecíveis, produtos hospitalares e demais cargas prioritárias, de modo que não haja comprometimento no abastecimento de insumos essenciais para a segurança e saúde da população capixaba”, afirmou o Comandante-Geral da Polícia Militar, Coronel Alexandre Ofranti Ramalho.