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O jovem Jeferson dos Santos Lima, de 20 anos, foi preso nesta segunda-feira (11), no bairro Bela Vista. Ele é acusado de roubar R$ 200,00 e o celular de uma funcionária de uma sorveteria, localizada na Praia do Morro, na noite deste domingo (10).

Jeferson confessou o crime e disse que roubou para pagar uma dívida de R$ 700,00 ao tráfico de drogas. Foto: Rafaela Patrício

O delegado titular da Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri), Marcos Nery, relatou que Jeferson foi identificado como o autor do crime porque além das imagens de videomonitoramento, ele perdeu seu telefone no local. “Através desse celular conseguimos confirmar a identidade dele porque através da análise das câmeras nós já conseguimos saber que seria ele o autor de um novo crime na Praia do Morro”.

Segundo Nery, ele já assaltou outra sorveteria no mesmo bairro e no momento da prisão o jovem estava com parte do dinheiro roubado no domingo, o celular da vítima e uma arma falsa na cintura.

Jeferson estudou apenas até a 5ª série e está desempregado. Ele confessou o crime e alegou que roubou para pagar dívidas ao tráfico de drogas. “Fui roubar porque tenho muitas dívidas na rua e sou usuário aí tive que fazer esse ato para conseguir pagar. Estava me ameaçando e já me bateram. Aí tive que roubar porque no momento estou parado. Consegui o simulacro e fiz o assalto”.

Parte do dinheiro roubado, o celular da vítima e a arma falsa usada no crime foram encontrados com Jeferson. Foto: Rafaela Patrício

O detido contou que decidiu roubar a sorveteria porque a funcionária estava sozinha e disse ainda que já cometeu outros assaltos para pagar dívidas de drogas. “Sou usuário de maconha e pedra. Minha dívida no momento está em R$ 700,00. É só eu pegar o dinheiro e tem vez que acabo dando uma parte e a outra gasto em droga. Estava lá embaixo pensando agora que gostaria de sair, mas não sei o que fazer para parar”, afirmou Jeferson.

O delegado também ressaltou que já apreendeu dezenas de armas falsas usadas por criminosos e a semelhança com armas verdadeiras e facilidade em comprá-las prejudicado a segurança pública. “A Polícia Civil não tem capacidade de ir em juízo exigir alguma demanda nem de provocar alguma ação. Nós também não temos capacidade legislativa, mas eu, particularmente, já oficiei o Ministério Público Federal, Ministério Público Estadual, Comando Federal e a Polícia Federal sobre o comércio dessas armas porque o sujeito chega em uma loja e compra uma arma de air soft, que é uma arma idêntica à nossa. Às vezes ela só tem um cano laranja na ponta que o bandido corta ou pinta. Então a gente informou os órgãos postulatórios e temos esperanças que eles possam ajuizar uma ação civil pública porque isso afeta a segurança pública e essa ação pode pedir que as vendas dessas armas sejam suspensas ou que façam armas diferentes das que a gente trabalha”.

Dezenas de armas falsas usadas em crimes já foram apreendidas pela Depatri. Foto: Rafaela Patrício

De acordo com o titular da Depatri, Jeferson vai responder por roubo e será transferido para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Guarapari.

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