Lancha afunda na praia e preocupação agora é com danos ambientais

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Local onde a lancha afundou com boia de contenção para evitar vazamento de combustível.

Na madrugada desta segunda-feira, dia 09 de janeiro, a lancha “Chili Peper” afundou na Praia das Castanheiras, em Guarapari. A embarcação, que ficou encalhada após bater em uma pedra próxima ao Siribeira Iate Clube, no domingo, estava sendo removida por um barco quando acabou afundando.

Militares da Capitania dos Portos do Espírito Santo, que já estavam no local acompanhando a tentativa de retirada da lancha quando tudo aconteceu, continuam presentes monitorando se não há vazamento de combustível e evitando que curiosos mergulhem para ver a embarcação.

Segundo a Marinha, até o momento não há indícios de nenhum dano ambiental, mas barreiras de contenção foram instaladas como medida preventiva. Ainda de acordo com a Marinha, o proprietário da embarcação foi notificado para apresentar os procedimentos para retirar a lancha do fundo do mar e também adotar medidas para evitar a poluição do local. As causas e responsabilidades sobre o encalhe e posterior naufrágio serão determinadas em procedimento administrativo instaurado pela Marinha do Brasil.

Equipe do Iema e da Marinha monitorando o local.

Uma equipe do Instituto Estadual de Meio Ambiente (IEMA) também estava presente no local para avaliar a situação. “Nós viemos apurar se houve danos ambientais, principalmente, se há contaminação causada pelo vazamento de óleo do tanque de combustíveis ou óleo lubrificante e está responsabilizando o proprietário para adotar algumas medidas de controle, como por exemplo, fazer a remoção, o transbordo do produto e destinar para o local adequado. Bem como também fazer toda parte de içamento e fazer a remoção da lancha”, explicou o técnico de desenvolvimento ambiental, Manoel Carlos Nunes.

Segundo Manoel, por enquanto ainda não há risco para os banhistas. “Não está tendo vazamento nem contaminação neste momento. Pode ocorrer vazamento e aí sim vai está trazendo perigo para as pessoas. Agora o produto é basicamente óleo então é resíduo oleoso, por isso, a gente está monitorando”. 

Veja o vídeo da lancha naufragada. O vídeo foi recebido por nós através do whatsapp. 

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O Portal 27 tentou entrar em contato com a empresa responsável pela retirada da lancha do fundo do mar para saber se já existe previsão de quando isto irá acontecer, mas nenhum dos telefonemas foi atendido até o fechamento dessa reportagem.  

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1 Comentário

  1. As lanchas os jet sky, barcos não deveriam compartilhar o mesmo espaço na praia pois são perigosas, saltam muito óleos e poluiem o local e o meio ambiente. Para mim isto deveria acabar.

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