Depois da Polícia Federal realizar uma ação de busca e apreensão na Assembleia Legislativa, nos gabinetes dos deputados estaduais Carlos Von (DC) e Capitão Assumpção, (PL), fruto de uma operação que aconteceu em todo país por determinação do STF, os dois deputados já estão usando tornozeleiras eletrônicas, que é uma medida cautelar diversa da prisão, prevista no artigo 319 do Código de Processo Penal (CPP). Os deputados também tiveram que entregar seus passaportes.
Outros presos. Além dos deputados que vão usar tornozeleira, outras pessoas foram presas, que foram: Fabiano Oliveira (pastor); Max Pitangui (candidato a deputado estadual derrotado), Armandinho Fontoura (vereador de Vitória) e Jackson Rangel Vieira (jornalista).
As condutas deles são investigados nos inquéritos de atos contra o STF (inquérito 4781) e atuação de milícias digitais (inquérito 4874). Segundo o Supremo, as suspeitas são de crimes contra a honra, além do crime de incitação ao crime e da tentativa de golpe de Estado, todos previstos no Código Penal.

Existem ainda outras medidas cautelares determinadas pelo Alexandre de Moraes, contra os dois deputados estaduais que são: proibição de deixar o Estado, proibição de uso de redes sociais, mesmo que seja por outras pessoas, proibição de concessão de entrevistas de qualquer natureza e de participação em qualquer evento público em todo o território nacional. Em caso de descumprimento, há previsão de multa diária no valor de R$ 20 mil.
Nesta operação, já foram presos preventivamente quatro pessoas e cumpridos 23 mandados de busca e apreensão no Espírito Santo, nos municípios de Vitória, Vila Velha, Serra, Guarapari e Cachoeiro de Itapemirim. A operação acontece no âmbito do inquérito 4.781 dos atos antidemocráticos











