Pelo quarto ano consecutivo a gestão de Fabrício Petri na Prefeitura de Anchieta recebeu nota A do Tesouro Nacional. A nota é referente a situação equilibrada em suas receitas em 2020, demonstrando uma boa capacidade de pagamento.

A análise utiliza dados disponíveis no Siconfi (Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro) e no CAUC (Serviço Auxiliar de Informações para Transferências Voluntárias).

A nota é referente a situação equilibrada em suas receitas em 2020, demonstrando uma boa capacidade de pagamento.

O prefeito Fabrício Petri, comemora o resultado: “apesar dos problemas financeiros enfrentados nos últimos anos, conseguimos deixar Anchieta com as contas equilibradas. Essa premiação é de toda a nossa equipe, pelo esforço de fazer mais com menos, melhorando a qualidade dos gastos públicos e cuidando com zelo das finanças. É um feito para comemorar”, disse.

De acordo com o secretário municipal da Fazenda, Sando Alpohim, a nota A não apenas reforça a habilitação de Anchieta para obter aval da União para suas operações de crédito, mas lhe permite antecipar importantes investimentos nas áreas e setores de maior demanda como educação, saúde e proteção social.

A classificação é definida por indicadores de endividamento, poupança corrente e liquidez. Ao serem combinados, esses dados resultarão na nota Capag, que pode ser A, B, C ou D.

Indicadores de Anchieta

De acordo com os dados disponíveis no Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi), são três os indicadores que levaram Anchieta a alcançar a nota “A” na simulação: dívida consolidada/receita corrente líquida (3,67%); despesa corrente/receita corrente (80,00%) e obrigações financeiras/disponibilidade de caixa (17,10%).

Segundo o Serviço Auxiliar de Informações para Transferências Voluntárias (Cauc), Anchieta cumpriu estes itens para alcançar a classificação: adimplência financeira, encaminhamento das contas anuais e aplicação mínima de recursos em saúde e educação.