Na tentativa de resolver o problema das famílias que estão para ser despejadas de um terreno invadido no Bairro São Gabriel, representantes da Defensoria Pública, da Secretaria de Trabalho, Assistência e Cidadania fizeram uma reunião no local para esclarecer a real situação dos moradores.

Defensores públicos e representantes da prefeitura conversaram com moradores. Foto: João Thomazelli/Portal 27
Defensores públicos e representantes da prefeitura conversaram com moradores. Foto: João Thomazelli/Portal 27

Os defensores públicos e o procurador geral da prefeitura explicaram que a situação não mudou. Ainda existe a decisão judicial que os obriga a saírem do local, mas para que isto ocorra sem prejuízos ainda maiores para eles, existe a possibilidade de que a prefeitura Page o aluguel social para aquelas famílias que se encaixe no perfil exigido.

Outra possibilidade exposta na reunião é a de que, quem se interessar, receberá passagens para retornar para sua terra natal, já que muitas das famílias são de outros Estados. Mas esta segunda opção foi rejeitada pela maioria deles.

Ainda esta semana a prefeitura vai fazer a análise de casos das famílias para o Programa de Moradia de interesse Social. Na prática, restam duas opções para as 22 famílias que vivem hoje de forma improvisada no terreno: voltarem para suas cidades ou receberem o aluguel social por um ano.

Defensoria Pública e prefeitura buscam junto aos moradores, uma solução em conjunto. foto: João Thomazelli/Portal 27
Defensoria Pública e prefeitura buscam junto aos moradores, uma solução em conjunto. foto: João Thomazelli/Portal 27

A desocupação do terreno e a reintegração de posse estava marcada para o último dia 27 de agosto, mas o proprietário do terreno concordou em dar 20 dias para que a defensoria pública e a prefeitura buscassem uma maneira para resolver a situação de forma que os moradores não ficassem desabrigados.

“Práticas que estamos tomando para tornar a desocupação pacífica e segura possível. No momento nós estamos pontuando as diretrizes para a desocupação. O direito desta comunidade ou não de ter a propriedade desta área vai ser discutido dentro do processo judicial”, explicou o defensor púbico Rafael Campos.

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