O Secretário Estadual de Turismo, Paulo Renato, tem planos para o Radium Hotel que podem mudar as caraterísticas do turismo de Guarapari. Ele quer retomar o Radium Hotel como local de hospedagem, o associando com tratamentos de saúde das areias monazíticas. Paulo Renato fala que a intenção é tornar Guarapari referência internacional do turismo de saúde.

A ideia é privatizar o local, que hoje é de posse do estado.

“Guarapari que ser colocada como turismo de saúde. Estamos buscando, junto com o governador, meios para tornar essa uma realidade. E o que está ao nosso alcance na cidade, é o Radium Hotel, que pertence ao estado. A intenção é privatizá-lo e para que ele volte a realizar hospedagens, onde se ofereça o tratamento das areias monazíticas”, revela.

O secretário estadual de Turismo quer realizar esse projeto ainda neste ano.

O secretário comenta que o potencial das areias monazíticas deve ser mais explorado. “Resgatar o Radium hotel associado ao turismo de Saúde pode tornar a cidade referência no ramo internacionalmente, como único hotel no mundo que oferece tratamento das areias monazíticas. É uma riqueza natural da cidade que precisa ser explorada”, diz.

Paulo Renato conta que o projeto deve se concretizar ainda neste ano. “Meu mandato vai até dia 31 de dezembro. Estamos trabalhando de forma acelerada para que esse projeto possa se concretizar até mesmo antes disso. Hoje o terreno do Radium Hotel é do Estado, mas cedido para prefeitura. Já tive duas conversas informais com prefeito, que também gostou muito da ideia e tudo caminha bem”, conclui o secretário estadual de turismo.

Apoio. Empresários do turismo local estão favoráveis a ideia. O dono de pousada, Fernando Otávio, fala que a iniciativa pode tornar Guarapari referência até no exterior. “O Rádium Hotel seria um hotel peculiar e a ideia de transformar ele em um espaço voltado para tratamento de saúde é excelente. Seria um marco, o único hotel no mundo com tratamento de areias monazíticas. Seria um marketing não só para Guarapari ou para o Estado e sim como uma referência para o país”, ressalta.

Gustavo Guimarães também defende a ideia. “Esse é um projeto fantástico para a cidade. O poder público é gestor e não administrador, quem pode realizar isso de uma forma mais ágil realmente é iniciativa privada, que vai poder investir e valorizar nosso patrimônio histórico, cultural e afetivo e ainda pegar um gancho nas areias monazíticas”, afirma.

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