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A Lei Maria da Penha veio para alicerçar as mulheres no combate à violência acometida contra elas. Para discutir essa temática e levantar mais questões sobre os direitos da mulher, será realizado o evento “Nós, Marias: pelo fim das violências contra as mulheres”, em Guarapari, no dia 23 de fevereiro, a partir das 17h30.

Emilly Marques Tenorio – Autora – imagem de divulgação

A iniciativa tem por finalidade o lançamento do livro “Lei Maria da Penha e Medidas de Proteção: entre a polícia e as políticas”, escrito pela assistente social Emilly  Marques Tenorio. Na ocasião, também haverá esquete teatral da Trupe Maratimba, música com Raíssa Castro e Evelyn do Carmo, varal de poesias feministas, sarau e roda de conversa. Um evento feminino feito por mulheres que se importam umas com as outras.

Serviço

Nós, Marias: pelo fim das violências contra as mulheres

23 de fevereiro, às 17h30

Rua Virgínia Martins dos Santos (antiga Rua dos Veranistas), 282, Praia do Morro. Guarapari.

Resumo do livro:

Esta obra nos presenteia com o rigor teórico do feminismo materialista para analisar o fenômeno da violência contra a mulher. Um tema denso e duro, mas, sem perder a profundidade demandada, é desenvolvido por meio de uma escrita leve e envolvente.

O livro tece uma compreensão crítico-feminista do direito e dialoga com uma “criminologia feminista” para além do direito formal e das armadilhas idealistas do punitivismo e da judicialização. Finca-se na concretude das relações patriarcais, racistas e capitalistas. Muito mais que uma simples análise da Lei Maria da Penha, temos em mãos uma rica investigação crítica sobre as instituições e políticas públicas que envolvem a rede de enfrentamento e a rede de atendimento às mulheres em situação de violência. Em particular, “entre a polícia e as políticas”, a autora dá ênfase ao papel da equipe técnica no atendimento às mulheres em situação de violência doméstica e familiar no judiciário.

Em uma posição contrária ao avanço do conservadorismo presente em algumas propostas de alteração da Lei Maria da Penha, a autora não abre mão, em momento algum, do seu explícito compromisso com o feminismo e a emancipação das mulheres. Assim, temos um livro posicionado teórica e politicamente, uma leitura obrigatória para quem compartilha da incessante luta contra todas as formas de violência às mulheres e em defesa da liberdade substantiva.

(Escrito por Mirla Cisne)

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7 COMENTÁRIOS

  1. Lei Maria da Penha, Medida Protetiva, isso conversa pra boi dormir, não resolve nada na verdade é só pra gerar emprego, a matança, agrecoes e tudo mais e nada acontece.
    Conheço gente que assacinol a mulher no posto de gasolina ao lado do extra enter até agora nada aconteceu, ele continua livre leve e solto. E já se passaram mais de 10 anos.

  2. Esse código penal brasileiro tem que mudar! isso serve nem só para maria da penha é para tudo, são muitos assasinatos roubos e os agreçores ainda ri da nossa cara. Maria da penha essa lei nunca funcionou nem para a mulher que fundou isso, para você ter uma ideia ela mesmo acabou em um a cadeira de rodas. Os governantes desse pais vai para Brasília so encher os bolsos eles só pensam neles é por isso que eles não melhoram o sistema penal por que vão ser os primeiros a ser presos.esses homens que batem em em mulher tem que ser morto ou enjaulado. é muita covardia.

  3. Uma LEI ótima! Porém está sendo usada idevidadamente, por “MULHERES” que simplimente querem ferrar com seus ex cônjuges, ex namorados … Com isso, perdemos credibilidade, prejudicando as mulheres que realmente precisam dá LEI! Sou mulher, mãe mas essa LEI é falha, pois uma infidelidade do companheiro, a “MULHER” usa a LEI por vingança! E um SIMPLES B.O o MP entra contra o ex companheiro e na maioria das vezes a ex não fez nada, além da infidelidade, que não é crime, e a “MULHER” usa a LEI por VINGANÇA, com isso perdemos a CREDIBILIDADE. Por Favor mulheres, usem a LEI, quando realmente for necessária, pois nunca fui agredida mas quando for, ou quando precisar, não terei credibilidade. Lembrando que a LEI não é apenas para agressões físicas, agressões psicológicas e moral estão inclusa na LEI.

  4. Esa lei serve de nada tantas mulheres que já se foram o negocio e cada mulher andar com uma arma na bolsa começando a matar eses vagabundos ai vao esta protegida caso contrário vao ser todos mortas por eses bostas violentos que nao aceita fim de relacionamento

  5. É um descaso mesmo das Autoridades da sua cidade. No caso narrado, a propria Policia Militar deveria ter conduzido todos (vitima, agressor e testemunhas) e o Delegsdo autuado o agressor e recolhido ao presidiove submeter a ECD.
    Criticas à parte…trabalharam mal as autoridades do seu Estado.

  6. Sábado dia 02/02 entre as 23h e 00h minha mãe foi agredida pelo marido. Ele tentou matá-la estrangulada. No dia do acontecido chamamos a polícia, que nada fizeram, dizendo que não podem entrar na casa e retirar o agressor sem uma MEDIDA PROTETIVA. Fomos instruídos a ir ao atendimento médico, em seguida para a delegacia fazer um boletim de ocorrência, e pedir a medida protetiva. Foi aí que começou nossa cruzada em busca de justiça. Fomos jogados de delegacia em delegacia, pois sempre havia algum impedimento (estamos sem sistema! Aí a senhora tem que procurar uma delegacia da sua região! Etc) o fato acontecido no dia 02/02 só conseguimos realizar o boletim de ocorrência e o pedido da medida protetiva de URGÊNCIA no dia 04/02. Segundo a lei o delegado tem 48 horas para enviar o pedido da medida para o ministério público. Sendo assim na quinta feira dia 07/02. Hj dia 08/02 fomos a delegacia, e ao sermos atendidos disseram que temos que esperar pq o juiz precisa deferir a medida protetiva. E completaram: qualquer coisa a senhora liga para 190. DEVE SER UMA PIADA ISSO. NÃO É UMA MEDIDA PROTETIVA DE URGÊNCIA!? Eu liguei no ministério público hj segundo quem me atendeu não tem nenhum registro do pedido lá. Ou seja a delegacia não enviou o pedido da medida protetiva. Que devia ter sido enviado em 48 horas de acordo com o lei. RESUMINDO UM DESCASO TOTAL, MINHA MÃE FOI AGREDIDA, FOMOS TRATADOS COM DESCASO, COMO SE NÃO FOSSE NADA DEMAIS MINHA MÃE TER SIDO QUASE MORTA PELO MARIDO. E SABE ONDE ESTÁ O AGRESSOR AGORA? DEITADO NA SALA ASSISTINDO TV! QUERO DIZER QUE A LEI MARIA DA PENHA É SIM UMA CONQUISTA ÚNICA PARA TODAS AS MULHERES QUE SOFREM ESSE TIPO DE SITUAÇÃO. MAS QUE SUA APLICABILIDADE SE ESBARRA EM BUROCRACIA, DESCASO E SERVIDORES PÚBLICOS QUE PREVARICAM O ATENDIMENTO. POR ISSO TANTAS MULHERES MORREM. MAS EU NÃO VOU DESISTIR VOU ATÉ O FIM PRA DEFENDER A VIDA DA MINHA MÃE. SE FOR NECESSÁRIO EU MESMO APLICAREI MINHA MEDIDA PROTETIVA NESTE INDIVÍDUO, COVARDE, AGRESSOR DE MULHER. #violenciacontramulher #leimariadapenha #indignado

  7. Infelizmente a Lei não está adiantado muito, estão matando e batendo em mulheres a vontade, há tantos casos de mulher com medida protetiva e acaba acontecendo o pior.
    Algo precisa ser melhorado e muito.

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