Nesta segunda-feira (12) foi iniciado o trabalho de limpeza da área onde funcionava o Shopping Praia do Morro. O local foi destruído completamente por um incêndio que daqui a uma semana completa dois meses e hoje mais uma alternativa de espaço para os 65 feirantes trabalharem foi anunciada.

O local onde funcionava a feira começou a ser limpo hoje. Os escombros serão retirados por uma empesa especializada e levados para Vitória.

“Provisoriamente a feira vai funcionar em um imóvel que fica na parte de trás, onde era o sacolão. A gente tem uma outra alternativa, mas a principal é essa porque fica próximo e é mais fácil de localização”, afirmou o contador da feira Guilherme Tarcísio.

De acordo com Guilherme, a limpeza do local onde funcionava a feira vai durar 15 dias e os escombros serão retirados por uma empresa especializada que vai levar tudo para Vitória.

Ele explicou ainda que a obra de reconstrução da feira só será iniciada após o término da reforma do edifício Summer Beach, o que deve levar um ano. Segundo ele, se a feira voltasse a funcionar antes da conclusão da reforma do prédio, eles iriam perder três metros da área por medidas de segurança.

Novo local onde os 65 expositores devem trabalhar provisoriamente até a feira ficar pronta.

O contador afirmou que a previsão é de que a feira vai passar a funcionar antes das férias de julho, mas isso vai depender de a prefeitura liberar a licença de funcionamento, que ainda não foi solicitada. “Iniciando a limpeza aqui do novo local a gente vai cuidar disso”.

Guilherme relatou que o novo espaço não deve acomodar todos os expositores que trabalhavam no local incendiado. “Depois de limpo a gente acredita que vai conseguir encaixar praticamente 95% dos feirantes. Não se sabe ao certo por causa do tamanho, que é bem menor do que o anterior. Mas já está tudo conversado e tem a aceitação deles, estão todos de acordo”.

Ele também explicou que a decisão de não ocuparem o terreno onde funciona o parque, como foi anunciado anteriormente, foi tomada porque o custo seria muito alto. “A gente acreditou que poderia ser provisoriamente lá, mas tudo repercutiu para outro caminho e esse caminho não seria favorável porque o custo ficaria muito alto. Então ficou inviável que a feira funcionasse lá no espaço do parque”, afirmou o contador.

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