Na lista mais recente de livros mais rejeitados em escolas e bibliotecas escolares dos EUA, um livro tem sido visado de modo especial em todas as partes dos EUA, em grande parte pelas questões legais envolvidas, de indivíduos que entram com ações legais para que o livro seja removido. A Bíblia.
“Há pessoas que sentem que se uma biblioteca escolar compra um exemplar da Bíblia, isso viola a separação da igreja e Estado,” diz James LaRue, que dirige o Escritório de Liberdade Intelectual da Associação Americana de Bibliotecas (AAB), que divulgou sua lista dos 10 livros mais rejeitados.
LaRue frisou disse que a AAB também recebe queixas acerca do Corão islâmico, mas bem menos do que acerca da Bíblia. Os Estados Unidos foram fundados por uma maioria absoluta de homens e mulheres tementes a Deus e que tinham a Bíblia Sagrada como o principal livro de orientação. Nenhum outro livro teve papel mais fundamental na fundação dos EUA do que a Bíblia.
A nação americana tem sido incapaz – ao longo das décadas – de reverter os sinais de juízo com o afastamento dos padrões Divinos. Em 1963, o Supremo Tribunal dos EUA proibiu a leitura da Bíblia em sala de aula, um costume antigo praticado para uma população estudantil majoritariamente cristã. Coincidentemente ou não, o presidente americano John F. Kennedy foi assassinado em 1963.
A ação para proibir a leitura da Bíblia foi movida pela marxista Madalyn Murray O’Hair, fundadora da organização Ateus Americanos, em favor de seu filho pequeno que ela não queria exposto à leitura da Bíblia. A ação dela ganhou e mais de 50 anos depois, a leitura da Bíblia não é permitida nas escolas americanas. Madalyn infelizmente, também foi assassinada de forma trágica.
Mesmo com a leitura da Bíblia proibida em escolas, agora marxistas, ateus, muçulmanos, ativistas etc., de outras religiões exigem a remoção da Bíblia até das bibliotecas escolares, como se isso pudesse apagar os rastros históricos fundamentais que esse livro deixou no coração e palavras de presidentes americanos do passado, inclusive nas leis americanas.
Na segunda-feira, dia 26/06/2017, o tradicional jornal do Espírito Santo “A Tribuna, noticiou que o número de pessoas envolvidas com o uso de drogas e bem como com o tráfico de entorpecentes tem diminuído bastante em detrimento dos mesmos usuários e traficantes trocarem a vida do crime pela obediência aos ensinos bíblicos, o que tem promovido a conversão em suas vidas. Nesse caso, entende-se obviamente, que é preciso construir um menino para não remendar um homem.
A Bíblia e seus ensinos com valores eternos, precisa fazer parte da vida escolar. Estamos muito convictos e seguros disso. Como exemplo, todos os métodos do Estado, como repressão, prisão, uso de violência etc., para salvar os que estão cativos nas cracolândias espalhadas por cada município dos 27 Estados brasileiros, tem sido absoluta e totalmente em vão.
Mas há dois polos nesse mesmo tema. Há quem possa dizer nesse tempo, tentando se opor ao tema desse artigo, que o Estado é laico. (Como se o laicismo fosse aversão a tudo ligado a religião). Mas a verdade é que o fato do Estado ser laico não significa dizer nem entender que ele é ateu e nem muito menos leigo.
Mas por outro lado, nenhum credo pode ser privado de sua livre expressão de culto, se é que é sobre isso que alguns, ao ler esse artigo, estão entendendo, uma vez que a própria constituição oferta essa mesma liberdade a todos. A Magna carta já assegura essa liberdade a todos. Assim, é preciso assegurar ás demais crenças a mesma liberdade de expressão cultual, e isso deve ser visto com muito cuidado e atenção para não beneficiar um credo em detrimento do outro. Ainda assim, há que se dizer que a tolerância religiosa deve ser sempre convidada a entrar nesse solo para oxigenar o ambiente.
Para todos os efeitos, uma boa dose de coerência e sensatez sempre servirão para trazer equilíbrio ao contexto social. Triste paradoxo é o fato incontestável onde a mesma bíblia que não é incentivada para ser lida e ensinada nas escolas, é amplamente fomentada sua distribuição e leitura nos presídios e penitenciárias de todo o Brasil.
É preciso considerar que um estado laico não é sinônimo de ausência de religião, como dito. Mas uma vez repetimos: “Estado laico não é sinônimo de Estado ateu e nem mesmo sinônimo de ser um Estado leigo”. A exclusividade cristã não pode ser política de Estado. Isso é fato. Ninguém aqui é fundamentalista. Não somos menino para não entender isso.
Mas é preciso dizer que o mesmo Estado que gasta bilhões com construções de presídios, penitenciárias, com políticas tentando recuperar homens destruídos pelas mazelas sociais etc., precisa entender que a medicina preventiva é superiormente melhor do que a medicina curativa. Só Deus pode fazer o homem ser de fato homem em toda a sua potencialidade.
Como todo o cidadão possui o direito constitucional de expressar suas opiniões, suas sugestões, suas ideias, seus pensamentos, seus sentimentos e outras formas de manifestações, também estamos fazendo nossa parte na democracia existente em nossa nação, sem que esteja sujeito a qualquer tipo de repreensão, censura etc. Essa é a forma que temos em refletir sobre o tema e temos muita paz em pensar assim.











