O novo decreto de combate ao coronavírus publicado pela prefeitura de Guarapari na manhã desta quinta-feira (16),  que alterou o horário de funcionamento de diversos estabelecimentos, deixou a população e os comerciantes confusos.

Medidas são contraditórias. Em nossas redes sociais e em comentários no site, as pessoas alegavam que as medidas são contraditórias, pois o decreto determina horário para ficar em casa, mas permite que as pessoas possam ir a academias e outros estabelecimentos durante o isolamento total (LockNight).

Em nossas redes sociais e em comentários no site, as pessoas alegavam que as medidas do prefeito são contraditórias

Atendimento presencial. De acordo com o decreto número 381/2020, assinado pelo prefeito Edson Magalhães (PSDB), supermercados, pizzarias, restaurantes e hamburguerias poderão ficar abertos e atendendo presencialmente até às 22 horas e as academias até às 21 horas. Porém manteve o isolamento total a partir das 19 horas.

Vai ou fica?  O principal questionamento das pessoas no decreto é que a população não entende como pode ir em um estabelecimento que ficará aberto até as 22 horas, sendo que o decreto proíbe e deixa claro que poderão ser punidos em termos da lei quem permanecer em praças e vias públicas para finalidades não essenciais após às 19 horas, além de proibir a circulação de quem está no grupo de risco.

Ainda suspensos. Ainda sobre as medidas tomadas, mesmo com a ampliação do horário para estes estabelecimentos, o atendimento presencial em bancos públicos e privados, além das prestadoras de serviço público, continuarão suspensos.

Home office. Também deverão continuar em home office os trabalhadores que atuam na área administrativa de sociedades, independentemente do ramo de atividade econômica que desempenhem suas atividades, de associações, de fundações privadas, de organizações religiosas, de partidos políticos e de empresas individuais de responsabilidade limitada, incluindo escritórios de contabilidade, advocacia, consultorias, corretagem, tecnologia da informação e similares.

*Por João Pedro Barbosa, estagiário