Dois suspeitos de roubar R$600 mil reais de uma agência do Banco do Brasil em Guarapari foram presos pela polícia nessa semana. Marcos Neto da Rocha, de 48 anos, e Jocimar Sales do Nascimento, de 49 anos, são suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em assaltos a bancos e transportes de cargas.

Agência do Banco do Brasil

Em dezembro de 2018 os suspeitos teriam arrombado a agência bancária e levado a quantia em dinheiro. De acordo com a Polícia Civil, as prisões ocorreram nessa semana: Jocimar foi encontrado em um sítio no Retiro do Congo, em Vila Velha na terça-feira (28) e Marcos foi abordado dentro de um carro no bairro Itaparica, em Vila Velha na quarta-feira (29). Jocimar portava uma arma e um documento falso. Outro suspeito conhecido como Bruno Soares Mendonça, 31 anos, parece ter deixado o sítio onde estava com Jocimar pouco antes da chegada dos policiais. 

De acordo com informações da polícia, os suspeitos foram encontrados por meio da investigação de outro crime: um roubo de carga de um frigorífico da cidade de Colatina. Esse roubo aconteceu dois dias após a ação dos bandidos no banco, o caminhão levado pelos bandidos foi abordado pela polícia na cidade de Santa Leopoldina, Minas Gerais. Nessa ação, a polícia encontrou a carga procurada e R$22 mil reais em moedas de um centavo. Segundo as investigações, o dinheiro apreendido foi roubado do Banco do Brasil.

De acordo com o delegado da Polícia Civil, Romualdo Gianordoli, chefe do Departamento Especializado em Investigações Criminais (Deic), a quantidade de moedas encontradas no caminhão foi importante na ligação dos dois crimes. “Nós apuramos que essa quantidade de moedas só teria na agência do Banco do Brasil de Guarapari, de acordo com informações do próprio banco”, afirmou. 

No caminhão abordado pela polícia estavam Denilson Moreira Balbino, de 45 anos e Júlio César de Oliveira Manoel, de 47 anos. Denilson foi preso e Júlio César morreu durante a abordagem, ambos são suspeitos de darem cobertura no arrombamento do bando. 

A Polícia suspeita de que o grupo atuava com lavagem de dinheiro, por meio de pequenas empresas. A segunda parte do inquérito, de acordo com a PC, vai apurar o restante do dinheiro roubado no banco. 

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