Depois de duas semanas tensas, finalmente veio a decisão que livrou o presidente da Câmara de Guarapari, Wanderlei Astori (PEN), da abertura de uma CPI, que poderia resultar em seu afastamento e até a cassação de seu mandato.

Na tarde desta quinta-feira (28), a denúncia que acusava o presidente de negociar vantagens pessoais entrou em pauta, foi votada e rejeitada por 15 votos a 1. Apenas o vereador Ronaldo Gomes Tainha (PSB), votou a favor da aceitação da denúncia.

"Cada um tem direito de escolher o que quer ser, mas depois dos 18 anos', disse Wanderlei
“Cada um tem direito de escolher o que quer ser, mas depois dos 18 anos’, disse Wanderlei

PDM. A votação encerra um imbróglio que teria começado com o sumiço do PDM, conforme foi divulgado pelo Portal 27. Cerca de 12 vereadores queriam responsabilizar o presidente pelo sumiço.

O vereador Germano Borges (PSB), chegou a fazer denúncia na polícia e no Ministério Público, mas votou contra a denúncia. Segundo Tainha, ao votar a favor da denúncia, ele manteve o seu entendimento. “Eu mantive a minha palavra e votei naquilo que acredito”, disse. Para o presidente da Câmara, com essa votação, o assunto está encerrado. “Sempre estive e estou tranquilo”, afirmou.

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